sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Código Nulo: O Processo de Dessemantização e suas Finalidades

A língua limita o pensamento do Ser Humano. A mídia delimita a língua ao fixar um campo semântico para a população cidadã/espectadora. Paulatina e oportunamente esse mecanismo de delimitação de linguagem em campos semânticos induz à modificação de conceitos em Tabus para que sejam, os seus valores, negociados em meio à disputa por poder político. O argumento consiste em que ao se limitar a linguagem da população, sua participação política é limitada também. Esporadicamente tem-se chamado a esse processo de dessemantização.

Dessemantização I. Uma Introdução

O projeto é pertinente ao Programa porque propõe um meio de contra-controle à atuação das empresas de comunicação em relação às suas responsabilidades discursivas de divulgação de informações sem colocar em risco as instituições nacionais e os valores caros às mesmas.

A pertinência em relação à Linha de Pesquisa deve-se à descrição de um mecanismo simples e habitual utilizado pelo discurso midiático para manter o controle sócio-político de populações, porém esse mecanismo de dessemantização tem muita influência na produção de sentido delas, e tem também uma contribuição na estruturação do ethos midiático, o quarto bios descrito por Muniz Sodré em sua "Antropológica do Espelho", que consiste em uma esfera de vida surgida decorrente da presença da mídia na contemporaneidade. Uma presença que toma para si a capacidade de desejar dos cidadãos, mas nem sempre é responsável pelo contexto histórico tão caros a existência dos mesmos. Controle que é mantido, muitas vezes, sem um contra-controle o que limite, perfazendo assim uma situação institucionalmente perigosa. O Contra-controle é um conceito tomado do behaviorismo metodológico que consiste em afirmar que para cada controle aceito naturalmente em uma determinada contingência deve existir um contra-controle que, por sua vez, limite o primeiro.

Dessemantização II. O Objeto

O assunto da pesquisa é a significação que o material veiculado na mídia tem para aqueles que dependem dela para obter referências e informações sobre os mais diversos temas, e a maneira como é possível criar dependência a essa fonte de informações em relação a outras maneiras de formar opinião sobre um determinado assunto, e como, por exemplo, o livre-pensar almejado pela educação plenamente qualificativa que forma técnicas de pesquisa independente para avançar no mercado de trabalho, na vida política, ou na vida social, ou ainda, outro exemplo, seria a proficiência de leitura para afirmar um pensamento crítico em face aos acontecimentos do país e do mundo.

O problema da pesquisa é o desaparecimento do significado de um conceito frente ao jogo de interesses ao qual uma população é exposta quando procura atender a sua própria demanda comunicativa. Tabu é uma palavra polinésia, que segundo Stephen Ullmann, foi introduzida em língua inglesa por Cook, e consta uma pertinente bibliografia na obra de Ullmann acerca desse conceito. A palavra designa tanto algo sagrado como algo proibido, ou perigoso. A pertinência se dá devido ao funcionamento desse conceito:

"O tabu é de vital importância para o pesquisador porque impõe uma interdição não apenas sobre certas pessoas, animais e coisas, como também sobre seus nomes. Na maioria dos casos, ainda que não em todos, a palavra submetida ao tabu será abandonada e um substituto inofensivo, um eufemismo será introduzido para chamar o vazio. Nisto se entranhará com freqüência um ajuste na significação da palavra substituta, e deste modo o tabu é uma causa importante nas mudanças de semânticas."

A palavra exemplo escolhida para essa pesquisa foi a palavra corrupção devido ao caos que esse conceito referenciou como resultado da disputa explícita e evidente entre a mídia e as instituições do país no último biênio. Recentemente tem-se omitido essa palavra pelo excesso de confusão acerca dela, sendo esquecidos os valores aos quais dela seria o conteúdo, e o sentido original ou alegado dela passou para segundo plano tornando-se uma espécie de grito de guerra carente de denotação, cabendo a ele apenas uma função conotativa. Poderíamos cercar o significado de outro termo, como, por exemplo apagão que foi tomado recentemente em disputa clara em um sintagma com aéreo, em oposição ao objeto de uma disputa eleitoral passada, exemplos não faltariam para uma tal jornada de pesquisa linguística mais específica.

Este estudo se torna relevante pela necessidade de se comunicar especificamente um significado ou outro acerca de conceitos de civilização que são fundamentais para o seu desenvolvimento no tempo histórico, e para colocar-se em perspectiva a luta histórica, ao invés de transformá-la em algo excludente e privado de conteúdo ou expressão cuja meta única é chegar ao final de processos eleitorais periódicos visando apenas seus interesses sócio-econômicos particulares satisfeitos, em desprezo à coisa pública.

Esta tese se torna original devido a uma suposta identificação precisa do ponto fraco da politica comunicacional privada, e demandando conseqüentemente uma imposição pública nos pontos específicos de operação da dessemantização no contexto social para que a comunicação se destine realmente à utilidade pública, muito além da caça a hackers, tão somente, da internet.

Dessemantização III. Teoria de Referência

Quanto à inserção do Projeto de Pesquisa em um universo mais amplo é de se ressalvar que a semântica na linguística tem uma posição marginal pela dificuldade técnica de se determinar um objeto mais específico de pesquisa, sendo apriorístico, para a pesquisa sobreviver, a necessidade de atenção às propriedades gerais do objeto da semântica em direção às propriedades mais particularizadas (Duarte Marques), e em torno dessas propriedades gerais deve ser efetuada a pesquisa para que se descreva o objeto em área coligada à comunicação. Por outro lado a semântica é uma ordem de conhecimento das mais antigas em relação ao estudo da linguagem, sendo possível identificar a necessidade do ser humano em estabelecer, entender, desenvolver e identificar o significado de palavras, frases e sentenças entre aquelas atividades, científicas ou não, das mais antigas que se tem notícia.

Entretanto, em comunicação, quando se tem um emissor, um receptor e uma mensagem a ser transmitida por um canal, em se falando minimalisticamente, é necessário que se estabeleçam procedimentos teóricos (desde que se tem operado um estudo mais sistemático de comunicação) para se assegurar que o sentido seja interpretado, o mais fidedignamente possível, quanto ao resultado almejado pelo emissor da mensagem, logo o estudo da dessemantização é pertinente. Este sentido pode ser ampliado para interesses mais universais como cidadania, sociedade, história, e civilização, mesmo que não estejamos pressupondo um significado para qualquer conteúdo midiático.

Toda a comunicação tem um aspecto conteúdo e outro aspecto relação (Duarte Marques), significa afirmar que seu aspecto conteúdo pode ser modificado, segundo certas limitações, em outro conteúdo próximo ao primeiro. A esse fenômeno dá-se o nome de extensão (Ullmann) do significado a medida que cada vez mais coisas ele possa representar. Quando o significado é onerado excessivamente, o mesmo tende a desaparecer dando lugar a outro significado, como por exemplo a palavra Vossa Mercê e a palavra Você sem a formalidade alçada por aquela. Podem surgir novas significações de acordo com a extensão do sentido. Questiona-se a mídia devido à força comunicativa que ela tem. Por outro lado reconhece-se a possibilidade da mídia internet de poder diluir segundo uma população maior os efeitos gerais da mídia como um todo.

A Competência Linguística (Duarte Marques) do espectador perceber, aprender e apreender o significado das formas linguísticas, adaptado aqui pela capacidade de apropriar-se se uma proposição (Skinner), que é o sentido resultante da interação de dois significados para um indivíduo em seu Comportamento Verbal (Skinner). E ainda, levando em consideração, o conceito de caráter como aspecto do ethos comunicativo que significa, por sua vez, o ambiente que envolve o sujeito e também o conjunto habitual de suas atitudes. A dessemantização pertence a esfera conotativa da linguagem, e sua ação é quase um golpe sobre a a esfera denotativa, aonde o valor conotativo construído ao longo do tempo passa quase a ser a própria esfera denotativa. Pertinente se lembrar que em alguns veículos temos além do texto, a imagem, e muitas vezes a imagem em movimento, mas o texto, ao ser apresentado juntamente, com a imagem "ancora" o sentido dela, impõe os limites significativos dela.

Faz-se ressalva à diferença entre palavra e refente, a palavra é um termo genérico que compreende semântica, sintática, fonética e morfologia, referente é um termo que faz oposição, em Skinner, ao significado. Neste Projeto tem-se procurado utilizar adequadamente ambos os conceitos. Skinner por sua vez se utiliza de dois conceitos diversos para o comportamento verbal, que é o conceito de proposição e de sentença, que resumidamente significa que a proposição surge entre as sentenças que são produzidas de acordo com o significado que os sujeitos lhes atribui. Já o termo significante é o que faz oposição em Saussure ao significado, e não envolve contingências dos sujeitos como se dá em Skinner. Saussure ainda conceitua como sistema a inter-relação entre significante e significado, assim como o faz também Watzlawick. No entanto, este último faz uso do termo estrutura que é estranho a Saussure, mas antes é familiar à Jacobson. Aquele se utilizava apenas do conceito de significado, já Hjemlev dividia o significado em conteúdo e expressão. Para o estruturalismo, estrutura é o conjunto de faces de um objeto que não pode ser alçado por inteiro, só em partes. Na gramática gerativa, existem desempenho e competência, o primeiro se refere a eficácia de um texto, o segundo se refere à eficiência dos termos. Podem ser comparados latu senso com parole e performance de Saussure, respectivamente. O termo langue que significa língua, um produto social, se complementa à linguagem que é o conjunto de estruturas possíveis, já a utilização concreta é a fala, a língua se situaria entre os dois, mas contemplaria o Comportamento verbal Criativo (Skinner) enquanto Constelação Semântica seria privado de criatividade e com limites bastante fixados e imobilizados. Assim nesse projeto fez uma ligeira apropriação do sentido de Campo Semântico para fazer emergir o mecanismo de processo de formação de Tabus, a Dessemantização.

Toda essa comparação e situação epistemológica é resultado da comparação bibliográfica consultada para o presente projeto, foi preferível descrever amplamente sem entrar em pormenores específicos de aonde foi encontrado, autor obra, para facilitar a exposição, deixando a tarefa para depois.

Em Ullmann, pode-se justificar que a mídia não conseguiria executar o processo de dessemantização, por que a "Natura non facit saltus"(A natureza não dá saltos), qualquer que seja a mudança de sentido que uma palavra pode sofrer segundo a produção de Tabus deve haver sempre uma conexão entre o significado velho e o novo. O processo de modificação por dessemantização em é tanto mais possível, quanto menos concreto for o seu significado, quanto mais conceitual e mais genérico for o objeto que o denomina. Algumas tribo indígenas que possuem uma palavra para cada tipo de pássaro, enquanto um termo apenas genérico para todos os pássaros não existe. Desta maneira: existe uma palavra para um pássaro que é azul, outra palavra para um pássaro que é verde, mas nenhuma palavra para o conjunto genérico "pássaros". Da mesma maneira em alguma culturas não existe um significante que referencie liberdade, por exemplo, por ser um conceito abstrato. Para concluir, é tanto mais difícil dessemantizar um significante que identifique um pássaro azul, com bico, e algumas cores, conforme sua especificidade, do que uma palavra que não possui referencial concreto e consensual como a palavra corrupção. Ou seja, uma fonte de imprecisão é o caráter genérico de algumas palavras.

De Ullmann se retirou um importante conceito para este Projeto de Pesquisa, que é "um problema esquivo mas crucial a influência da linguagem sobre o pensamento", ou hipótese de Sapir-Wholf , Bacon também investigou nessa direção ao afirmar a tirania das palavras: "Os homens imaginam que suas mentes têm o domínio da linguagem, mas sucede que a linguagem é que governa suas mentes", que é um traço característico da influência da língua sobre o pensamento. Um exemplo capital se encontra na Obra "Semãntica, Introdução à Ciência do Significado" daquele autor:

"A relatividade da distinção das cores ajuda a explicar o comportamento de certos pacientes que sofrem de afasia, cujas reações às provas de cores foram tão irregulares que, no princípio, foram diagnosticados como daltônicos. Não havia, no entanto, nada de errôneo em seu sentido de cores, senão que haviam esquecido o nome das cores, e com elels haviam perdido a capacidade de ordenar suas sensações e dispô-las em um modelo significativo."

Existe na obra ainda um tópico sobre os artifícios fonéticos que poderia ser pertinente à crítica de modulação de voz quando um conceito "candidato" a Tabu é citado oralmente na programação como um todo.

Ainda na obra se Stephen Ullmann se encontrava a importância do Campo Semântico e a descrição de seu funcionamento na teoria da linguagem, que o autor retirou de Saussure para apresentar em sua obra. A Competência Linguística (Duarte Marques) do falante é limitada conforme se limita seu Campo Semântico (Saussure em Ullmann), devido a restrição de sua Contingência Verbal (Skinnner).

Em Mattelart, citando Katz, a mídia é um "mestre de cerimônias" que nos diz não o que devemos pensar, mas em quê se deve pensar, deduz-se daí que essa declaração implicaria em um avanço da semântica sobre a sintaxe, e resultam conceitos da relação sintagmática entre termos semânticos, resultando por sua vez uma semântica inesperada do aspecto sintático. Se de um lado temos a comunicação como ato verbal isolado, consciente e voluntário (Skinner), temos por outro lado a comunicação como processo social permanente que integra múltiplos modos de comportamento (Watzlawick). Em ambos os modos pode-se vislumbrar os desdobramentos no aspecto lexical de populações como decorrência da eufemistização de instituições, com a fabricação de premissas de Terceira Ordem pela mídia visando o processo eletivo. Ainda em mattelart, citando Katz:

"A influência da mídia é limitada (a seletividade dos receptores constitui obstáculo), não pode ser direta (pois existem intermediários como o meio, o canal), não pode ser imediata (pois o processo de influência requer tempo).

Dessa seletividade de que estamos falando quando se supõe que a mídia não diz o que pensar mas em que pensar, pois seria obrigatória a inexistência de obstáculo como a seletividade se receptores. No entanto, essa citação demonstra por que deve ser paulatina, lenta e estratégica a eufimistização de alguns referentes na mídia. As Premissas de Terceira Ordem são citadas em Watzlawick, e comparando-as com o que Skinner identificou como Contingência Verbal, esse é resultado dessa comparação: O hábito de adquirir informação pela mídia ocasiona a capacidade de tolerar ou não tolerar mudanças em contingências verbais, sendo que o seu pensamento passa a se limitar pelo verbal e não-verbal veiculados pela mídia, lembrando que o texto sempre ancora a imagem (Gestalt). Campo Semântico é a quantidade de associações que uma palavra permite que a língua estabeleça ao redor de seu sentido. "A partir de saturação do sentido por operação metonímica queimando etapas entre significados, e encurtando as distâncias para facilitar a rápida intuição de coisa já sabida"(M. Esnault em Ullmann), assim toma-se conhecimento da ocorrência de conteúdos subentendidos que podem ser pulados sem serem citados, mas já pré-estabelecidos em uma Constelação Semântica da qual o sujeito tem conhecimento, e se pode já projetar o surgimento de outras operações metonímicas com desenvolvimento "pejorativos ou evolutivos"(Ullmann). Tal operação por sintagma em palavras Tabus, saturam o sentido da palavra, frase ou sentença, e é como se a palavra fosse "pulada". Assim se interdita o significante com a oneração excessiva de seu significado, que é uma extensão ou Tabu de seu significado, apesar da repetição de seu significante no discurso da mídia. Desta maneira o código mantem-se nulo, e o feito limitador do Campo Semântico limita o pensar do sujeito. Pode-se observar que a palavra com seu sentido difuso e enevoado serve de "moeda" de negociação entre as empresas de veiculação e quem ambiciona o poder, mas não se pode afirmar que este seja um processo simples, direto e rápido, lembrando a citação de Katz, antes deste parágrafo. Mas, mesmo assim, a mídia consegue se apresentar como o portador mais qualificado do conhecimento. Já o Tabu constituído não se soluciona jamais, o que representa uma anti-pedagogia tecnológica. Assim não se pode utilizar, de maneira elucidativa, um Tabu, porque o significante não remete à um conceito claro.

Decidiu-se que seria mais pertinente ao escopo psicológico desse Projeto que se mostrasse a proximidade comparativa de duas escolas academicamente afins, que são o Behaviorismo Metodológico de B.F. Skinner e a Escola da Palo Alto de Paul Watzlawick.

Para isso se faz necessário lembrar que as teorias da Escola de Palo Alto são aplicáveis ao sujeito mesmo quando não há um veículo de intermediação, como um material ou canal, mas esta teoria acrescenta no sentido de que existe limites à comunicação e complementa às posições do behaviorismo que aceita que ocorra canais com entre os sujeitos que estabelecem comunicação entre si. Segundo Watzlawick e colaboradores não há comunicação isolada, ou seja se "b" influencia "a", então conseqüentemente "a" influencia "b", e se constitui sempre uma operação de dois sentidos, a comunicação. Ao se considerar que a linguagem como um sistema aberto, se observa uma limitação inerente à mídia, pois o Campo Semântico não poderia ser rígido, e não o é, mas disso se tem consciência quando se procura influenciar pessoas, ou massas, senão a Publicidade e Propaganda não teriam razão de ser. Acontece que no sistema de broadcast ainda é um pouco mais controlável, mas no sistema de redes digitais o conteúdo se torna mais volátil. Um sistema aberto é Global, isso significa que tem duas propriedades intrínsecas: Não-sumatividade e Não-unilateralidade. O sistema aberto é não-sumativo por que não pode ser desprezada a possibilidade do Campo Semântico se realinhar de outra forma, produzindo novos significados não controláveis, e sem unilateralidade, porque "b" influencia "a" e "a" influencia "b" enquanto este está influenciando "a", como já foi explicitado. A Escola de Palo Alto deixou em aberto a existência de uma mídia entre ambos, mas se aplicarmos a perspectiva ad infinitum, mostra-se desnecessária a existência de mídia entre ambos, uma suposição bastante ambiciosa que se faz mais pertinente deviso aos sistemas de rede se comunicação (P2P, web, internet, vida cotidiana, entidades sociais, entidades cidadãs). Assim fica caracterizada a circularidade natural entre os sistemas de comunicação, sendo necessário sempre contextualizar os sujeitos para compreender a interação deles com seu contexto, seu caráter, seu ethos midiático. Segundo a Escola de Palo Alto existem três modos de comunicação: Mensagem, Interação e Padrão que agem em um sistema. O padrão comunicativo é linear, o que pode ser pertinente às redes, assim:

Relato => Agente => Ordem

O sistema de interações entre indivíduos pode-se afirmar que é o resultado do conjunto de proposições possíveis em uma língua. O behaviorismo é útil, assim, ao estabelecer o conceito de contra-controle, que se pode visualizar ao se apresentar no modelo teórico, assim se procura desqualificar a tentativa da mídia de estabelecer controle com processos de formação de Tabus, se colocando como obstáculo temporário ao fortalecimento das instituições em oposição aos interesses individuais. A mídia, ao fomentar Premissas de Terceira Ordem, se mostra como um agente eficaz e poderoso, com suas contingências surgindo de paradoxos, e ao estabelecer as contingências na fronteira dos paradoxos, que é a formatação de tabus, pois o tabu é um paradoxo semântico, nada mais, estabelece os limites da vida privada. A Premissa de Terceira Ordem é descrita por Watzlawick e corroborada pelo comportamentalismo de Skinner, tal premissa é simplesmente o limite em que os seres vivos estão circunscritos, e que não conseguem ultrapassar sem viver uma espécie de terror. Deduz-se que além de ineficiente a insistência midiática de se manter com a produção de tabus, também é um sério risco à saúde das instituições, da sociedade e até mesmo da própria mídia.

Em Skinner, sobre o Comportamento Verbal Criativo:

"No comportamento verbal, como em todo comportamento operante, formas originais de resposta são suscitadas por situações as quais uma pessoa não foi anteriormente exposta... ...há processos comportamentais que ocasionam mutações... ...Assim devemos buscar: Um Ambiente construtivo, e não uma mente construtiva... ...o pensamento criador preocupa-se grandemente com mutações... ..diferentes história podem conduzir a diferentes cenários e novas respostas"

Dessemantização IV. Os Objetivos

Os objetivos gerais são direcionados para a contribuição de uma atitude crítica em relação ao que se nos apresenta diariamente pelos veículos de comunicação, bem como sensibilizar essas empresas na direção de uma apresentação mais civilizada de seus pontos de vista, por mais que pareçam alegadamente imparciais, de forma que contribuam mais eficazmente para a vida pública, mesmo porque os objetivos em influenciar são limitados pela busca natural do ser humano por sentido, constituindo assim a postura, dos meios de comunicação, apenas como empecílio contemporizador em relação ao rumo mais natural da cidadania. Um objetivo prático consiste em mostrar um caminho que torne mais objetiva as informações, principalmente acerca de política, veiculada na mídia, para que o processo eleitoral se volte mais para a discussão de possibilidades de país e menos para uma guerra velada entre os mesmos agentes políticos.

Um objetivo geral é contribuir para a ciência da comunicação desvelando um mecanismo de produção de sentido, de limitação de significado e de suposta manipulação de informações, levando em consideração que a vida midiática é uma realidade, e assim precisa de ajustes que a tornem o mais pública possível.

Dessemantização V. Os Procedimentos Metodológicos

Existe uma sigla em marketing que descreve a operação persuasiva de provocação de uma ação qualquer em alguém, AIDA, que significa chamar a Atenção do interlocutor, Informá-lo de maneira a lhe despertar um Desejo, e conseguir dele a Aquisição de uma mercadoria, no caso mais geral exposto nesse projeto, o último "A" pode representar a Adesão a uma causa ou Aceitação de um significado que é oferecido tal e qual uma situação de venda persuasiva. Esta sigla é bastante divulgada, e talvez não careça de citação bibliográfica. Supondo que a principal fonte de informação do público é a televisão, então o princípio é simples, ao invés de solucionar um desejo despertado pela programação, uma vez que na figura mitológica da "era do conhecimento" o telespectador tenha uma necessidade de adquirir uma informação para se sentir mais qualificado, oferece-se um significado difuso e sobrecarregado apenas ocasiona mais atenção do espectador no objeto veiculado, e uma vez que aquele que está exposto à mensagem nunca tem seu desejo de ser informado satisfeito continua na expectativa de receber a informação estratégica, se mantendo, com isso, preso à audiência. A eficácia desse tecnicismo em marketing se deve ao se colocar aparentemente em risco à segurança ontológica do sujeito.

Antes de expor as generalidades da pesquisa, deve-se expor alguns conceitos: Tem-se língua como produto social, conjunto de convenções e sistema de signos em potencial, a fala é uso individual, momentâneo e concreto da língua. A dessemantização ou eufemistização produz influência sobre a língua do indivíduo, mas decorre desdobramentos sobre a fala dele. Isso é o que se procura observar na futura pesquisa de campo.

A pesquisa tem três questionamentos básicos sobre a significação da audiência em relação à mensagem significada. Os três elementos de pesquisa devem ser auferidos segundo uma população e apresentados em seqüência, para que se possa observar melhor o efeito geral das questões. A finalidade dessas questões é verificar o processo de formação de Tabus pela mídia para públicos diferenciados segundo as suas fontes de informação. Uma auferição sistêmica.

O primeiro item é referente ao posicionamento do público mediante a aquisição de informação, que indagará qual a fonte principal de informação sobre o termo dessemantizado escolhido: corrupção. A questão seria em que tipo de mídia (tv, rádio, jornais, web), em qual delas essa palavra foi mais vista, ouvida ou lida. O segundo item a ser indagado seria a escolha entre cinco conceitos inerentes à palavra corrupção segundo autores e circunstâncias históricas diferentes, e sendo uma das alternativas vazia de sentido, mas estilisticamente semelhante a um texto eufemístico. Este seria referente à conceituação da população. O terceiro item seria relativo a comparação realizada pela população com o termo corrupção, ao se oferecer alternativas curtas dessa palavra em contextos impertinentes, mas próximos, conforme conceituação intencionada e calculadamente difusa, à semelhança estilística da sua utilização dessemantizada. Esse questionário de pesquisa é composto por questões interdependentes.

O objetivo dessa pesquisa é observar a segurança ontológica (Sodré), dos sujeitos expostos à mídia. A Segurança Ontológica seria o território verbal que o sujeito precisa defender para que defenda também sua capacidade de compreender o mundo e de se situar na realidade, é o princípio que o governa, na direção de fazê-lo encontrar um sentido no meio difuso do Tabu. O sujeito seria o suporte da razão (nous) que é a "esfera do humano" somada "às suas relações histórico-culturais aonde aquela reina onipotente garantida pela tecnologia" (Sodré). A Segurança Ontológica seria o limite aceitável de sua Contingência Verbal (Skinner), e o Campo Semântico, ou Constelação Semântica (Ullmann), seriam, metaforicamente falando, as gôndolas de onde o sujeito pode ou não pode retirar significados para seu uso diário. Esse desdobramento aqui descrito é o ambiente em que a dessemantização se faz presente, e necessária.

Assim o ethos midiático se constitui pormenorizadamente como limite da existência pós-moderna, preestabelecendo as proposições (Skinner) que são permitidas por uma "língua dentro da língua", ou seja um Campo Semântico (Saussure, em Ullmann), em onde o sujeito, com maior ou menor competência, com maior ou menor desempenho (gerativismo linguístico), produzirá os sentidos necessários a sua vida social e política. A dessemantização seria um "casuísmo linguístico", que preside um quarto bios, a vida midiática, e conforme relembrado e apercebido por Muniz Sodré, o quarto âmbito existencial após os três que são: a vida política, a vida contemplativa e a vida prática, de acordo com a civilização grega. Estudar a dessemantização é investigar uma maneira estratégica de produção de sentido.

Ainda sobre o conceito de Opinião Pública, que é aquela opinião que passou por sondagem, é possível colocar sob o crivo dessa denominação uma pesquisa sobre dessemantização, o que acresceria algum valor a este Projeto de Pesquisa, e algum inusitado caráter ao termo Opinião Pública.

Nessa metodologia convém acrescentar uma ampliação da pesquisa bibliográfica para a interpretação e consideração mais profunda do conceito de semântica aplicado à comunicação, bem como investigar mais profunda e bibliograficamente o conceito pressuposição semântica tido como preciso pois, se há dessemantização, logicamente se deriva que haja também uma semântica que seja a mais pertinente a determinada situação teórica e conjunção de conceitos. Aprofundando também o estudo aplicado ao projeto da validação da relação entre os conceitos da Escola da Palo Alto e o behaviorismo metodológico em relação à eufimistização.

Dessemantização VI. As Considerações Finais

Levando em consideração que exista uma grande diversidade de conceitos neste Projeto de Pesquisa, é importante destacar que é preciso um grande instrumental para se entender o processo que norteia a existência deste trabalho. Necessário porque o objeto da pesquisa é difícil de ser circunstanciado, e em última instância se trata da produção e da origem de algumas significações da mídia para a vida pública do país, procurou-se lançar mão de tudo o que fosse ligado ao tema, e um grande esforço, ainda não finalizado, de estabelecer os primeiros pilares para a identificação de Tabus que impulsionam em sentido atomizado, a vida política aonde a mídia se faz presente.

A última consideração ruma em direção da solução específica a ser proposta para minimizar os efeitos dos processos de dessemantização na mídia, e as finalidades a que se presta essa postura de interesses. A solução é a meta-comunicação se fazendo presente, antes da auto-censura deve estar a auto-crítica, para que não deixemos impossibilitada a existência de diálogo político entre as partes de uma disputa, eleitoral ou não. Como resultado desse processo vemos agentes políticos sem a menor possibilidade de utilizar esta ou aquela palavra por causa de um tabu, que afasta da discussão nacional os conceitos mais cruciais e necessários para o desenvolvimento de uma nação.

Dessemantização VII. Referências Bibliográficas

Campbell, J., O Herói de Mil faces, Cultrix/Pensamento, São Paulo, 2000.

Castells, M., A Sociedade em Rede, A Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura, vol I, Paz e Terra, 1999

Kotler, P., Marketing para o Século XXI, Futura, São Paulo, 1999.

Marques, M. H. D., Iniciação à Semântica, Jorge Zahar, São Paulo, 2003

Mattelart, A. e M., História das Teorias da Comunicação, Loyola, São Paulo, 2006.

Skinner, B.F., Sobre o Bahaviorismo, Cultrix, São Paulo, 2006

Sodré, M., Antropológica do Espelho, Uma Teoria da Comunicação Linear e em Rede, Vozes, Petrópolis, 2002

Ullmann, S., Semántica, Introducion to the Science of Meaning, Oxford, Ed. Aguilar, 1962

Watzlawick, P., Beavin, J.H., e Jackson, D. D., Pragmática da Comunicação Humana, Cultrix, São Paulo, 1981.

Xavier, I., O Discurso Cinematográfico, Paz e Terra, São Paulo, 2005

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Lamento

Lamento, mas não posso apagar esse blog, para que eu me lembre para onde pode levar um posicionamento social frustrado, e que a loucura não é inerente ao indivíduo, e também que eu publiquei este blog para esquecer aquilo que passou.

tentarei a partir de agora ser mais artista e menos documentarista.

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vou buscar outros caminhos, por gostar de novos caminhos.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

O Medo, A Humildade e a Esperança

Eu tento ser cristão, e tentando ser cristão eu me pus a filosofar sobre o medo que todos sentem por estarem vivos, e para enfrentarem a vida.

Percebi, talvez, o que significasse temor em Deus. Percebi também que esse medo, é em última instância, o medo da morte.

Acontece que temos um medo natural por estarmos nos arrastando pelo mundo. É esse medo que leva à raiva, pode levar ao ódio, pode levar à soberba, pode levar à violência, à ambição desmedida, etc... Acontece que só existe um remédio que é natural para enfrentar esse medo impedindo que ele se torne desespero: a humildade. A esperança por sua vez só pode existir na presença dela. E se existe algo que é realmente justo pedir ao senhor é o medo, para que possamos exercitá-la. O pedir medo equivale a pedir sabedoria, pois esse medo permite que a humildade vinge em nosso coração, e desta forma o temor a deus faz possível o germinar da alegria, da sabedoria, da longanimidade, e por aí se vai.

Logo, se há um sentimento realmente honesto para se realizar é o medo, ou o temor em deus.

E se tem algo que faça um pessoa progredir e ser feliz é postura, só a humildade que vem do medo traz essa postura. Medo sincero e puro de violência ou de morte.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Transcriação de Aleyster Crawley

Acontece que procurei respeitar o número de sílabas e o rítmo:

"Do what thou wilt shall be the whole of the Law"
é ou há de ser, vai ser da lei que é

"love is the law, love under will"
o amor é a lei, amar em desejo

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quinta-feira, 21 de junho de 2007

Os Golfinhos e a Música

Talvez não tradicionalmente, mas uma sugestão de que os golfinhos simbolizariam a música.

O sistema comunicativo dos golfinhos, reduzido a movimentos e sons melódicos simultaneamente demonstram que eles se relacionam através de uma linguagem musical.

Assim como os seres humanos se comunicam também sem palavras, às vezes, os animais marinhos dispensando as palavras vivem literalmente em suas comunidades marinhas por intermédio da melodia e do movimento.

Os significados são entendidos de imediato, mas não são retidos, através de sons análogos uns aos outros, mesmo que cada um deles não tenha significado isoladamente, quando emitidos em conjunto com outros sons e movimentos, o significado se constitui como resultado da inter-relação sintática.

Assim a dança e a melodia que nós tão bem conhecemos, mas não nos limitam, essas categorias, sons, movimentos e melopéias são os limites das linguagens dos golfinhos.

Os nossos limites são mais amplos.

Como se a linguagem pudesse ser reduzida à estrutura lógica, sem os respectivos termos lógicos, sem o aspecto mais minimalista da linguagem, que são as palavras, e mesmo assim a comunicação dos animais se consuma perfeitamente. Ou seja, serve perfeitamente à sua finalidade.

Sem reflexão, agindo sem pensar, vivendo por brincadeira, e mesmo assim resolvendo as questões sociais de sua comunidade. Assim são os golfinhos.

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sexta-feira, 1 de junho de 2007

Algo que eu quis entender em 1992

Título: Elefante Preto de Pelúcia
Subtítulo: Ódio Incontrolável (e só)

dois fatos importantes acerca de Charles Mason:

- Invadiu uma festa e assassinou várias pessoas, inclusive a esposa do cineasta Roman Polansky, o que conferiu àquele uma certa fama.

- Tinha alguma aptidão artística, fazia música, uma das quais foi gravada pelo Guns'n Roses em seu último disco.

A referência do grupo musical ao personagem real de Mason instiga que não é suficiente se fazer arte para se ter distinção entre real e imaginário, bem e mal, certo e errado.

Existe no vídeo-clipe da canção estranged um apelo claro em se falar da própria arte, arte falando da arte, tecnicamente: metalinguagem, jogos sem fim e finalidades do jogo no real e no imaginário.

E de se falar em quais são os limites e finalidades reais da Arte, um assunto quase proscrito da mídia. Se fala em dividir conhecimento artístico com os menos afurtunados, mas não se trata do assunto arte como linguagem ou comunicação, e como tal limitado o seu uso-fruto.

E para tal se usou da imagem do 'serial-killer' em uma camiseta para remeter à dois dos maiores enigmas da arte, a saber: loucura e violência.

Remeteu ao tema, não por intermédio de uma metáfora no clipe, mas durante a gravação de uma apresentação do grupo, pois desta maneira fala acerca de uma realidade, de um trabalho, e acerca de um jogo. remetendo desta maneira ao tema, se fala da comunicação, e não com a comunicação. Paradoxalmente.

Mason, como é muito comum, entre artistas e não artistas, não tinha grande capacidade para simbolizar o que "fazia" na realidade, e suas conseqüencias, em poucas palavras: detinha pouca sensibilidade.

Temas muito presentes na vida de quem quer que seja que deseje produzir arte.

A propósito: este interlocutor adotou a premissa de que o vídeo clipe da música Estrenged (Guns and Roses) é uma obra-de-arte.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Restabelecimento Parcial da Saúde

(ô tédio!)

veja você:

Acho que está certo.

Queria lembrar:

das estrelas, estelar,

dos anjos, angelical,

das musas, musical:

http://mitopoiesis.memebot.com/cristian/

Atenção a este blog:

uma atitude (passada) em resistência à loucura:

http://mitopoieycom.blogspot.com/

um dia desses descreverei a (boa) nova.

quinta-feira, 26 de abril de 2007

O Ar

se sou o que sou,
o jogo acabou,
.
se sei o que sei,
do passo que andei,
.
o fogo depende do vento para queimar,
mas não sei aonde está o lugar de acabar,
não sou aonde estou,
mas sei abraçar,
.
o mundo debaixo do meu calcanhar,
o pão, o meu pão, o diabo amassou,
.
.
e agora eu quero o amor respirar.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Perfil Mutante I

sei lá, demorei para aprender, mas sou educado, e prezo muito essa qualidade nas minhas companhias.

acho que está certo.

queria lembrar:

das estrelas, estelar.dos anjos, angelical,das musas, musical.

e se não me engano:

all mine musikisses, ou las minas "musiquices" + desenhos...

http://mitopoiesis.memebot.com/cristian/

minha música é tudo o que eu gostaria de ser, e não sou!

e um blog aonde pretendo terminar uma história pessoal, antes de iniciar outro:

http://mitopoieycom.blogspot.com/

a propósitos:

:) eu tenho muito mais a aprender do que a ensinar.

Musikisses ou musiquices

My musikisses:

1. Olvidado - San Juan de la Cruz
2. Llama de Amor Viva - San Juan de la Cruz
3. Um Dia Amor - Autoria Própria
4. Queria lhe falar - Autoria Própria
5. A Beleza - Autoria Própria
6. Galáctica - Autoria Própria
7. Logan - Autoria Própria
8. Isto não Queria - minha versão para Meat Loaf (Two Out o Three ain't Bad.

Existem ainda muitas mais que não gravei, que lançei ao vento, que perdi e que me subtraíram...
E eu creio que se me dedicar à musica por profissão, ainda escreveria ainda mais e melhores canções!

Oh Ser Supremo, elemento máximo da harmonia, da melodia, do rítmo, da improvisação, da interpretação e do palco, derrube estes muros e grades que me encerram o meu projeto de vida e as correntes que me prendem à Vil Censura!

E eu nem sei o seu nome! nem posso pronunciá-lo!

quando irado, me enfureço, quando triste, rezo, quando alegre canto!

:*

mas saibam, que as canções dos outros sempre são melhores! pois a vida de outra pessoa nos parece melhor que a nossa!

sexta-feira, 16 de março de 2007

O que aprendi... + Foto


Uma foto maquiada minha
.
.
.
.
.
.
.
.
.
:) pretendo postar ainda o que foi possível aprender naquele "inferno astral" em que vivi há tempos atrás...

quinta-feira, 1 de março de 2007

Tentando ser Espontâneo

vou deixar para lá todos o excessos, fingir que esqueci todas as ofensas que cometi, que esqueci que bebi da poça d'água para matar a sede naquela água negra, que dormi à beira da estrada, e sem condições de me esforçar para nada, ou mesmo com algum dinheiro para ir a lugar que fosse, me trancaram em um P.S. mental, lugar de onde não se pode sair sozinho, e vossa merce não passa de um espécime de animal-objeto, vou fingir que esqueci que tudo se resume apenas à minha pessoa, e que a sede de enriquecimento ilícito de alguns dos políticos mais ricos do país, precisou desviar o foco da sociedade para fora de seus atos indecorosos, criando um criminoso mítico (fraude social) para carrear pelas ruas o ônus do roubo que eles mesmos efetuaram, e até hoje não vi nada na TV, mas a revista Carta Capital publicou algo que se não tivesso sido publicado eu não conseguiria mais me livrar da acusação-diagnóstico de "doente mental"...

Agradeço ao veículo citado!

vou fingir que não sei que tal locupletação não foi feita por donos dos meios de comunicação mais ricos e influentes do país, e fingir que ninguém induz ninguém nem à loucura ou ao suicídio por meio de uma política de estado, vou fingir também que são honestos os acusadores, e não existe auto-censura na apregoada "liberdade de experessão" das empresas e veículos da comunicação mais ricos do país. Nada contra a riqueza, mas riqueza com razão e justeza.

quero fingir tudo isso para continuar a escrever meu folk alegre, gótico e musical.

sem mais por enquanto, sem planos para escrever, sem rascunho e sem querer identificar as estratégias de indução da opinião pública para interesses políticos deste ou daquele acionista das mesmas empresas, e que misteriosamente são eleitos toda a santa eleição que se passa, apesar deles... ....apesar das ameaças de agressão, apesar de ter sido amarrado, apesar de ter minha honra transformada em piadas, eu vou tentar ser feliz novamente!

e não vai ser nenhum neo-nazi-fasci-stalinismo jovem que vai me por medo, ou me intimidar a me sujeitar a toda a mentirada que se tornou a Mídia Brasileira, um instrumento de poder político-eletivo a serviço de homens e de leis que interesseam exclusivamente à eles, e não um instrumento de informação, e utilidade pública propriamente dita, para dar sustância aos jovens, ou aos pobres...

->Odeio esses textos sem síntese ou objetividade, mas estou me aquecendo... verborrágico, mas é o que se deixa expressar.

->Não garanto me motivar para escrever novamente.

->Texto ruim, mas sincero, texto que busca uma maturidade no centro do isolamento.

->Isolamento que recuso a aceitar que decorra de minhas atitudes, isolamento que serve de exemplo para que nada e ninguém mais faça oposição a sei lá como chamar o sistema, a mídia, "eles", o poder econômico, o poder de estado, a sociedade totlitária, pouco importa, mas aceite o papel aviltante que você tem, para não ficar igual a mim.

Estou cansado dessa maldição.

Hoje, eu consigo explicar muita coisa que nunca acreditei ser possível sua explicação, e sei que um dia explicarei toda esta tentativa confusa de ser espontâneo.

Até já!

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Test II

não apago, nem edito, ou me arrependo!

:)

terça-feira, 26 de dezembro de 2006

Musiquices

Musikisses of mine:

http://mitopoiesis.memebot.com/cristian/

Eu modifiquei o endereço em abril.

São bonitas, se tiver tempo, ouça.

Valew.

(Um dia desses volto a blogar).

bye.

quarta-feira, 27 de setembro de 2006

Publicação do Orkut (Cristian Korny)

Esta publicação foi postada á uns dois meses em meu espaço pessoal do orkut:


Me formei em publicidade, conheço bem a parte do meio que não aparece no meio & mensagem, por exemplo.

Vou lhes contar que não trabalho mais com isto.

Quando não lhe usurpam o dinheiro, lhe usurpam a informação, ou a dignidade.

É guerra sim!

Eu não estudei (sim, por eu ESTUDAVA comunicação!) na faculdade, para entregar tudo por promessas que nunca são cumpridas.

Vou lhes dar uma pista sobre o tal do Caixa 2: atravesse um rio com três elementos: um leão, um cabrito e uma alface.

O segredo de hermes eu uso para o bem.

Não essa caridade aí, que se faz com a Riqueza dos outros.

Isto não é capitalismo!

Meu desejo maior é uma mais-valia suportável, não de 100 a 1000 vezes o pago, e o pior de tudo, antes de se tornar produto.

Eu não sou objeto de extrativismo, e a dor desta violência atingiu patamares insuportáveis. Afora a misérisa que esta torpe situação carrega consigo.



Não quero ajuda, mas quero que o mercado (e a sociedade) tenha respeito por todo o esforço de haver desenvolvido técnicas que nem todos dominam, e não precisar trocá-las por esmolas!!! Sim eu era o aluno trouxa que estudava no curso de Comunicação Social!!! Nem toda a lenda é verdadeira.

E mais, quem administra o dito cujo e sujo caixa 2 não são os contadores, são os advogados, ...mas isto é proibido de se dizer...

Eu quero o direito a auto-representação junto a justiça, sem precisar de nomear advogado!!!

A fonte do dinheiro do crime está em....

Eu tenho é medo! E perdi a confiança, minha esperança é em Deus!

Viver sem produzir, embora querendo muito, por que todos sabem o que fazer com Migo, é terrível.

E eu adoro produzir, mas não aceito que me paguem quase-nada por que a Inveja não o quer, esta é a pior das situação em listas de não-programáveis, todos sabem, ninguém diz, nem se escreve, mas "no caso dele, pague pouco, meta a faca!

E no estômago!"


Eu não sou um vagabundo, é que do muito que me roubaram em Criação, e não apenas publicitária, mas musical, conceitual e política, nada me foi creditado, nem dinheiro, nem autoria.

Mas sem advogado é assim mesmo.

oh perdoem-me se é assim mesmo!!!

em resumo, publicidade nunca mais!

Quero ser honesto, se isto não for querer muito, e ainda ocasionar minha destruição velada ou implícita.

E não me venha com discurso televisivo!!!

Cansei de ser trouxa, e a violência foi tanta, que não quero fazer ninguém de trouxa, nem de brincadeira.

Nem por brincadeira.

sábado, 12 de agosto de 2006

A Gênese

A intensão original do Blog Mitopoiesis, era identificar mitos atuais e aprisioná-los no texto.

Acabei identificando como os são incapazes os homens de obedecer sua natureza mais pura, rumando para o auto-engano, mergulhando no caminho da destruição mútua.

Agora que o pior da perseguição já passou, voltarei às gêneses míticas em que estamos submersdos, como se apenas eu as visse, como se estes textos tivessem sido lidos, e como se algo fosse realmente importante neste mundo para hierarquizarmos as coisas e vermos diferenças nelas, além delas...

Mas aprendi que a justiça, como a economia são ciências herméticas e fazem parte da biologia mesma dos homens, como a arte de erigir espaços, ou entreter a alma com música ou o coração com o amor.

Celebro a vida antes de tudo.

Felicidades!!!

domingo, 16 de julho de 2006

Tõpico Deletado

Informo que deletei o tópico do suposto: "Onus que me oprime",

e o link de 'pandhemonia'.

quinta-feira, 13 de abril de 2006

Perdas e Danos

Eu não me arrependo de nada, nunca desejei pagar os pecados de ninguém, apesar deste papel social sempre ter sido o único a minha disposição.

Quando acordava eu discordava.

Naquela conversa de "cuspir no prato que comeu", eu sempre fui o cuspe.

Naqueloutra de matar um leão por dia, eu sempre fui o leão encurralado sob tiro ao alvo.

Se eram meus amigos, não é possível uma compreensão acerca do motivo de enriquecer com minha companhia, enquanto eu miserava, e os meus morriam.

Se eram parentes, não é possível a compreensão de explorar mminhas fraquezas tão bem conhecidas em benefício exclusivamente a si mesmos.

Quase virei ossada para ãqueles que morrem tantas vezes, mas estão vivos, bem e ricos, vivendo de Jabakulê e Lei Pelé (aliás, eu só tenho a agradecer sinceramente o Rei do Futebol por emprestar seu Nick para algo que não se saberia como falar de, devido aos seu números e letras e ano de publicação)

Nunca me furtei da verdade, nem a amenizaria para meus filhos, que ainda não os tenho, pois conidero isto a mais hedionda deslealdade.

E idéias, não são patrimônio público de maneira que quem as tem deva viver de esmolas entregando todas a quem tem rabo-preso com a danação do direito tributário, e que depois fica por aí dizendo que o poder público nada faz, enquanto sonega impostos e barganha direitos alheios, se é que me entendem...

Por fim, voltarei a escrever no Blog.

Vou abri um sítio sobre esportes.

Feliz Páscoa.

domingo, 8 de janeiro de 2006

Pandhemonia

Bem...
Enquanto faço a digestão do chumbo para sequanciar mió o Mitopoiesis...
Lá vão as bestas feras do sei-lá-aonde, viu?

sábado, 3 de dezembro de 2005

Sim ou Não (Pais e Filhos)

Os pais devem ou não devem deixar os filhos fazerem o que quiserem?

A questão de ensinar a sensatez e a responsabilidade não se resume a aprovar ou desaprovar o que os filhos querem.

Pois são duas mãos do mesmo ser:

O domínio e a relação de poder entre pais e filhos.

Então quer dizer que os pais assumem a condição de deuses, pois seriam capazes de abarcar em seus planos todas as possibilidades da existência, podendo determinar todos os pontos em seus respectivos sim's e não's.

Ora ora, os filho precisam aprender a serem relamente independentes, assim não deve haver nem ciume, nem possessividade, nem ocultação dessa ou ndaquela informação arespeito deles ou do mundo.

Por que ninguém é imortal, nem a vida humana pertence aos pais.

E a única pessoa capaz de entender a vida humana, é aquele que detém o sopro dela em si-mesmo.

Esse deve ter independência e lhe ser oferecidos os insumos para compreendê-la.

:) Pais e filhos...

O maior presente é a independência, a liberdade, e a compreensão do respeiro à privacidade.

Se "Misturar"

Eu até hoje não entendi por que aqueles que são iguais ou semelhante a mim, que devem se adaptar aos outrosa, em vez daqueles que possuem a certeza da mistura se adaptarem àqueles iguais a mim.

por que a adaptação, ou a tolerância deve ser unilateral.

Ou iguais a nós mesmos.

Intolerância ou conseqüência?

Não alcançou o sucesso profissional, e é 'branco', tem que ser viado, se não for viado, tem que ser garoto de programa, se não é garoto de programa, tem que ser 171, senão é 171, tem que ser puxa-saco, se não é puxa-saco, tem que ser traficante, se não é traficante, tem que ser pervertido, se não é pervertido, nem indigente coitado, tem que ser padre, ou viverá sob o signo do terror, sem tirar proveito de todas essas situações, apenas o seu ônus.
Ninguém gosta de exibir as causas dos crimes.
Apenas os criminosos.
Eu conheço bem demais adiferença entre punk e nazi,
e está na violação submetida, e seus traumas.
Quem tem preconceito?
Se preconceito conceutado é conceito?
deixemos essa questão para a justiça.

Por que afinal, está tão fácil comprar...

e aceitar um dinheiro fácil para incrementar o lucro sinaliza capacidade...

carência de grana, isso sim é O Lixo.

por mais honesta que seja a situação.

Época de Culto à Imagem?

Discordo redondamente,
Época de culto ao prazer sexual.
Por que senão o que todos quereriam seria se embelezar,
E ninguém iria prescidir de preservativos.

Fisiculturismo

Sim, pode até parecer extranho,
não só por eu ser um fiapo,
mas por que este esporte têm algo de assustador.


Culto ao físico,
não é necessáriamente,
culto à imagem,
ou culto ao sexo,
mas pode ser culto ao esforço
à disciplina alimentícia,
à disciplina esportiva,
à concentração,
à disciplina esportista,
à força de vontade,
e não tem em-si fins de intimidação como diz o 'mito'.
e também carece de muita inteligência e conhecimento para alcançar os resultados.
toda a prática esportiva interrompida acarreta perdas.
e o objetivo nem sempre é ser campeão na modalidade,
ou competição,
mas por afinidade apenas,
ou necessidade dos benefícios.
que podem ser puramente pessoais.

Juros Altos

Enquanto o que é do Kaezar, não for do Kaezar,
E o que é de Cristo, não pertencer a Cristo,
Nem adianta empurrar os juros para baixo,
Pois a questão é que o conhecimento não precisa ser pago,
Só a matéria.
Pela precisão:
Os bens imateriais, são de livre ceção, se utiliza-se deles conforme se bem entende.
A produção de idéias é também produção tecnológica,
Também é produção artística,
Também é produção cultural,
também é produção intelectual,
também é produção de conhecimento,
estando ou não em formato de produto,

o que se usofrui deve ser recompensado,
pois também é uma habilidade colher entre os signos aqueles que estão com maior demanda,
não se apropriar apenas de que os recolheu,
no ato, não tinha valor,
mas depois, foi vendido e por alto preço...
este cinismo espanta os capitais,
pois apenas quem recolheu o signo pode explicar sua origem.
não o usurpador.

Em resumo,
o PIB caiu por que capitais foram atraídos, mas ao aportarem resolveram voltar, por que se apreceberm enganados.
e não foi a primeira vez...
como também já haviam sido enganado.
Isto é cultural, é responsabilidade de todos, não apenas do 'Governo'.
Por que todos somos governo,
mas para respeitar precisamos de respeito.
e quem quer o bem-bom, deve querer atambém as responsabilidades que advém.

Índios

Os índios não usam maquigem,
Para os índios pintarem o rosto ou o corpo, é como desenhar na alma.
Para celebrar a colheita, a semeação, a guerra, ou o iniciamento à vida adulta.
Manifesto meu repúdio ao marketing, que nunca respeitou a origem do conhecimento do qual se utilizou,
Ou seja, nada do que eu faço poderá ser utilizado com ou pela a publicidade.
Pois não respeita ninguém ou nada.

Família

Você que fique com os seus preservativos,
que eu prefiro um relacionamento familiar de confiança.
Sem mentira ou manipulação.

eufemismos ou hipérboles...

ou chantegens

Maluco, ou Viado, ou Coitado..

Bom...?
Sempre que vejo a situção de empurrão a prostituição sendo recusada, na entrega sem sentimntos mútuos, ou puramente obrigada... quem recusa-se a entrega é viado ou bixa.
Sempre que vejo a situação de vitimamento de um crime, seja lá qual for, agressão, roubo, ofensa, difamação et coetera. quem procura denunciar aquila em que se encontra, ou foi surpreendido, este é maluco ou maluca.
Bitolado é aquele que rejeita favores de amizade ou compensação.
Coitado é aquele que se "recusa a viver a vida", "como ela é", ou precisará cometer ele um assassinato para ter o respeito que lhe é de direito, pois isto de brigar para ter 'moral' não lhe é elegante?
com ou sem armas...
Estaria ele morto, cadáver...
ou mortificado?

Autismo

O autismo é uma deficiência motora apenas.
Não acredito na existênci da loucura.
O que existe é alguém qu foi mergulhado na manipulção e na mentira.
Entendo o porquê de ser superprotegido quando menino,
pois eu tinha muita dificuldade de me utilizar da minha motricidade,
mas ao invés de existir algum caminho mais especializado quando jovem,
só havia zombaria,
na rua e na escola,
de ser "desengonçado".

Homossexualismo

Perdoem o impacto, mas só existem dois sexos.

O gameta macho e o gameta fêmea.

Nos seres unicelulares ainda assim, só existem dois sexos...

O do macho e o da fêmea.

O resto é ficção científica de baixa criatividade.

Ou seja, a classificação é Macho e Fêmea.

Ou você é unicelular?

O nascimento não é arbítrio humano, nem a morte, pois não se consegu imdir a morte, nm devolver a vida recebida ou tirada.

Então não se pode escolher a sexualidade.

Nem sexualidade se resume a relação sexual.

Nem relação sexual se resume à genitália.

Mas na relação recíproca espiritual e corporal.

Se você não crê nisto precisa reaprender a enxergar.

Down by Law

Só termina bem com cereja,
Pq cerveja nunca termina...

I scream
You scream
We scream
For Ice cream

Dopado, vem da deturpação de um fenômeno existente da física,
O efeito Doppler,

Por ele sabemos que as estrelas que vemos não existem mais,
e as estrelas que existem, nós não as vemos.

Não acredite no que vê, ouve, ou lê...
Ou nos que falam, mas não viram,
Ou nos que viram, mas não falam.

Impresionante como esses universos coexistem... o ver-sem-falar, e o falar-sem-ver, por que os que viram, não falaram para os que enxergam, mas não viram.

O que eu sei já sabia, o estudo me ensinou a ler a mim mesmo.

A leitura clareou,

fui claro?

Os Iraquianos e as iraquianas

Eu não acho que os iraquianos e iraquianas são irritantes por que preferem morrer a se vender.

Aí o ditador fica sem escolha, né?

Tem que matar...

Como seria mais fácil para os ditadores se todos aceitassem uma propinazinha...


Enriquecer assim como Hussein é fácil...


Isso aí, sou austero de irritante, e é insuportável minha vontade de viver.

Não me impurrem o errado.

Beleza e Paixão

Veja que a beleza vem do sofrimento, e não do prazer.

Apaixão existe e deve ser respeitada por fugás que seja.

Mas nesse sentido muito perigosa é imposição.

Se por um lado se ataca a validade da paixão por não ser eterna, por outro lado se ataca a beleza por que nem todo mundo quis sofrer para alcançá-la.

Ainda nos empurram o uso da camisinha.

Só falta agora nos empurrar o pagamento pelo "favor".

E tem mais, nem sempre se tem o preservativo quando se apaixona.

Afirmar que resistir também é saudável, isso eu só veja na igreja.

E quer saber? Valorizar a sexulidade, não é valorizar o ato sexual em-si.

Mas valorizar a pessoa.

Não se compram pessoas, mas coisas.

Raça ou Cor?

Rapaz, eu gostos das pessoas tranparentes, e me aproximos dos que são transparentes comigo.

No restante todas as peles têm a mesmíssima cor, por que o pgmento melanina é o mesmo.

O que se altera, e é como a música é o rítmo dos poros, ou dos desenhos digitais, ou pura e simplesmente o tom.

Veja bem quem nehuma pele é exatamente igual à outra.

Os brancos que se entendam com os negros.

E quando gosto de alguém nem quero saber se é verde ou rosa.

Nem discrimino o profissional por aparências, jeito-de-ser de se vestir ou de falar.

Direito e Privilégio

Acredito haver carência de noção do que está se fazendo na sociedade pela mídia, ao se desvalorar o direito.

Tudo bem que os privilégios são mais cintilantes, glamurosos, charmosos e sedutores...

Mas assim como de oncede um privilégio, também se pode tirá-lo. É da natureza do privilégio.

Ao se barganhar direitos por privilégios, arrisca-se a trocar o certo pelo duvidoso.

E depois terminar-se sem um nam outro.

Demoníssima trindade

E que não dá cadeia, e é internacional:

Peculato, Cafetinagem e...

Bingo!

Justamente quem me faz refém há tempos.

E outra... ...praticando terror psicológico, também conhecido como violência velada.

Isso... ....nem pense em não 'dar' aquilo que 'deus' lhe deu: sua humanidade, ou seu sexo...


Carência de genitália, para mim, vai para o lixo!

O 'Preservativo'

Este assunto é totalmente pessoal. A igreja não está impondo aos fiéis nada. Segue-a quem quiser. Mas não pode concordar. que faz é muito tempo que a igreja não impõe nada. Embora o decoro em seus recintos deva ser respeitado, e ela que faz as regras.

O estado no ocidente está separado da igreja há muito. E isso é bom, veja lá o oriente médio.

Mas o que nunca se questoiona é se a relação sexual é ou não obrigatória.

O estúpro é lícito com camisinha?

Alguém nasce homossexual ou seria mais uma violação da ingenuidade?

Não se diz nunca que a relação sexual é facultativa.

Não se respeita a atitude de quem a renuncia quando bem acreditar melhor. Por quê?

A abstinência também é muito saudável, promove bons frutos, e ensina o amor.

Se alguém char que é um direito e que os outros devem se submeter ao seu direito, não podendo fazer tal 'desfeita', que vá a procura de alguém que tenha a mesma opinião, e não tente dobrar ninguém pela sua ingenuidade, pela coação social ou econômica.

A propósito, comisinha rasga...

A Relação Sexual

Aceitação pertence ao escopo dos afetos individuais de cada um, ninguém pode ser obrigado a gostar, por que isto é um gesto espontâneo.

Preconceito pertence ao escopo social e econômico das coletividades, ninguém deve ser privado unilateralmente do convívio social ou do ambiente produtivo. Deve existir algum civismo para a tolerâncoia coletiva em ambientes de caráter público, mes que estes ambientes sejam privados.

É ridícula a entrelinha que conota a prática da relação sexual como o fato social mais característico de rompimento das barreiras do preconceito.

O que causa sérias conseqüências nos ambientes produtivos, e no convívio social.

No ambiente produtiva arroga como lícito o assédio sexual, pois "deixe de preconceito e se dê mais...."

No ambiente social destrói o diálogo e instiga relações superficiais e limitadas ao valor monetáriol.

Em resumo, tem relações sociais que quer, se quer, quando quer, e com quem quiser. E se não o quiser, deve também ser respeitado.

E não me venha com revanchismo, pois no tempo das malvadezas em nem sequer tinha nascido.

Verdade e Mentira

Pode parecer atraente a mentira, e mentir sem interrupção até o fim, pode parecer bom negócio.

Acontece que mesmo que vive da mentira precisa da verdade para sobreviver.

Mas um belo dia a verdade se afastará, e levará a confiança junto.

E toda a injustiça que onerou o sábio que tenazmente resistiu será sentida pelo calunioso.

Não tema que este ciclo é eterno.

:)

segunda-feira, 7 de novembro de 2005

O Comércio x A Educação

Ex.1
x.Você quer?
y.Quero.

y.Mas era pago?
x.Só uma ajuda...(ou então)...baratinho, baratinho....
y.Ué então não ofereça, venda...

Ex.2
x.Você quer?
y.Não
x.Não paga.
y.Pq é de graça eu devo aceitar?

Ex.3
x.Seja Educado.
y.Sim,ser educado é respeitar a recusa também. Não apenas obedecer...

Isso: Educar é ensinar a pensar, não é acostumar a fazer o que alguém manda.

(por isso tem tanto kid aí fugindo da escola)

É isso aí.

A depressão se afasta, e o poder de fogo aumenta.

Té +

'O Povo'

O povo dito com a boca bem cheia, 'o povo', parece um remédio genérico que se tem de engolir para prevenir aquele mal que incomoda a todos chamado eleição...

Penso que vou dar uma volta na rua, e aonde estiver, irei falando com todos...

'bom dia povo,
como vai povo,
oi povo, como vai a família,
lindo dia, povo...'

pois é, não somos massa de manobra!

ouviu, ô povo!

Democracia é (demo=povo+cracia=governo), não é Demon-cracia...

stigmata é o resultado da negligência e da mentira de muitos.
nem quero saber se a sentença estava certa ou errada a 14 anos atrás.
não parece certo considerar entupir alguém de sedativos como 'necessidade especial', prender é mais aceitável do que prejudicar o seu juízo, e depois ainda selá-lo como louco.
mas o Mal que acomete aqueles que têm alguma diferença que denominam cretinamente de 'deficiência'.
pode ser cegeira de quem enxerga.
pode ser maluquice de quem se considera são.
pode ser realmente um aleijão e dos piores, o da moral.
pode ser que ouçam, mas não escutam.
pode ser que pensem que pensam direito.
mas a irresponsabilidade com os outros, eu não tolero nunca mais.
DE QUEM QUER QUE SEJA.
eu não tenho de fato dificuldade de relacionamento não! isso é sempre fomentado aonde eu estiver, e sabe-se lá o porquê dos fascínoras explorarem de maneira vil minha história pessoal! pois só acontece depois, e só depois, de ser confirmada tal versão hedionda de minha história-de-vida.
e, hoje, o que pode permanecer oculto?
e nem se dão ao trabalho de dar à MINHA versão algum crédito de fato real.
pode ser cegeira de quem enxerga.
pode ser maluquice de quem se considera são.
pode ser realmente um aleijão e dos piores, o da moral.
pode ser que ouçam, mas não escutam.
pode ser que pensem que pensam direito.
mas a irresponsabilidade com os outros, eu não tolero nunca mais.

MENTIRA FOMENTADA NO AMBIENTE CONTRA QUEM?

a escravidão também já foi considerada um direito 'imexível'.
eu não choro mais ninguém, agora eu vomito vocês escarnecedores, crianças, homens, mulheres, velhos, eu vomito os escarnecedores todos.
e quando, para entrar nessa sociedade, e todos o sabem tacitamente, que é necessário execrar o lazarento aqui.
necessidade de encarceramento social, mas que julgamento? que defesa? os negros eram coisas, agora é o troco, né não?
mas se eu o merecesse teria tirado alguma riqueza material...
por que devo eu pagar em lugar de todos os que enriqueceram na iniquidade? eu não, pois Jesus já o fez, para que eu não carregue a cruz dos perversos, que tentam se livrar dos males que causaram....

JUÍZO ARBITRÁRIO É PREJUIZO OU PRECONCEITO

catarse é vomitar as próprias lágrimas...

NÉ NÃO!?

ora! ser enterrado-vivo é muito melhor do que ser escarnecido.
ameaça, eu? ninguém nasce com violência na alma, a violência é inoculada no ser-humano mediante violência implícita ou explícita (tortura ambas).
como se combate então a violência inoculada na alma? não deve ser matando os violados.
mas isolando os violadores!
eu vejo que os meus sonhos sonhos não são, mas pura estapafúrdia, delíria e estultícia: eu quero de volta meu direito aos sonhos de sonhar!
e que falar de fábulas ou parábulas não seja patologia, ou mal psicológico!
e direitos são para fazer justiça, não para manter privilégios.
e se você não me entende não me julgue!
não troco minha loucura por sua burrice!
mesmo por quê prefiro ser bandido do que doido, mesmo sem cometer nenhum crime merecedor de pena, mesmo por que todos eles estão a luz-do-sol!
enquanto tantos apontam para esses para acorbertarem os próprios crimes...

HALLELLUJA ANYWAY!

agora a luta é essa:
posso morrer de fome, que me afasto mesmo de todos (TODOS MESMO) que sempre foram irrespponsáveis com meus desejos, com meus sonhos, e especialmente com meus projetos de vida.

ISSO VALE PARA QUEM QUER QUE SEJA.

pois a Realização só chega àquele que pratica seus sonhos.
felicidade é um bem natural, e ninguém devia ter poder de impedir a felicidade alheia.
é assim que se fala em paz, my friend!
com juízo severo, seco e sincero.

O POLITICAMENTE CORRETO É UM MODO DE MENTIR!

não há nada de errado comigo, só mentiras a meu respeito, a desrespeito da minha saúde, da minha cpacidade de trabalho, dos meus afetos e de meu futuro ou de minha língua de duas lâminas de adamantium.
pena que meus pensamentos só podem ser ditos desta maneira fabulosa pois em censura rígida e cínica estão!
por minha vida biológica.
:) h.P.S.: use filtro solar!

(ps2...: essepapodepreconceito é perigoso demais, parece que se defende crimes...
pois não é: dois pontos importantes:
1. existe umadistância abismal entre o campo afetivo da vida e o campo produtivo da economia (vida econômica).
2. respeitar limites não tem relação nenhuma com a questão do preconceito, não invada os limites de alguém para frustrado(a) acusá-lo de preconceituoso...)
...em breve, em nova morada, novos postsde crítica aos sub-mitos da mídia a serviço da parcela mais imcompetente da economia...)

a propósito,se ninguém estiver lendo eu acho até bom,por que o melhor de desabafar é não ter que sofrer conselhos..

segunda-feira, 10 de outubro de 2005

Não me conte 'meus' problemas

o que você diz de mim...

e se for?

não me conte os meus problemas,
não me conte os seus problemas,
nem os de mais ninguém...

embora eu já saiba o quanto gostas de falar dos outros, sem sequer ouvir deles mesmos...
'té!

'O Governo' não é 'música das esferas'

'O Governo' não é um ente abstrato nem uma palavra com sua entonação mistico-mágica...

Encher o termo 'O Governo' de mistificação com uma entonação toda conhecida de tanto que já se tornou clichê na tv pode causar enorme prejuízo às instituições democraticas. Talvez seja justamente isso que se quer, instituições fortes prendem a corrupção, instituições fracas, impunidade crescente.

Governo tem várias gestões administrativas e segundo o seu período histórico.

"Governo Lula" ainda é uma versão muito simplista da palavra.

Utilizar a expressão de maneira calculada e premeditando esse ou aquele resultado subliminar com 'O Governo' isso, 'O Governo' aquilo... não esclarece, apenas causa uma hipnose coletiva bastante perigosa. O telespectador passivo pode até não percebendo aceitar, mas o auto-crítico não enviesa nessa direção.

Qual a estatística dessas populações: auto-críticos ou passivos?

E não espoliem mais meus argumento, ó políticos regionais! Eu procuro ser constitucional e brasileiro! ó políticos regionais, a liberdade de expressão é direito de qualquer cidadão! não me persigam mais, ó políticos regionais! largem o osso para não me fraturarem mais, ó políticos regionais!

O governo tem três esferas administrativas, e tem também três esferas de poder.

O Governo é apenas uma parcela do Estado. Falar mal do Governo é falar mal do judiciário, do legislativo e do executivo ao mesmo tempo. Ainda não poupar as estatais, os órgãos e outra subadministrações dos estados da federação, e do município também.

Além do quê, a rigor, o povo é governo também. Não só pelo voto, mas pela sua responsabilidade cidadã de denunciar a corrupção, de manter a ordem pública na poluição visual, na limpeza pública, na atençaõ aos acontecimentos da esfera pública.

O governo não resolver pelo povo, nem existe alguém que tenha o direito de se auto afirmar como salvação ou aquele que resolver os problemas em 'seu governo', por que o governo é de todos.

Os representantes eleitos pelo voto, a rigor, não mandam, devem sim é obedecer quem os elegeu.

Falar mal do governo é falar mal do povo.

Fale assim: essa gestão de governo de não-sei-onde...e se preferível cite o órgão ou o poder específico de atuação...

Reclamar, eu também vou!

Ao desmoralizar um mito abstrato como 'O Governo' corre-se o risco de trazer ruína ao próprio povo que se diz desejar 'salvar'

Ninguém precisa de um golpe salvador ou um movimento revolucionário.

Independência ou morte!

'Ensina-me a Viver'

Ensinar a viver...

como assim?

O saber viver...

Perdoe-me a franquesa, aqueles que não gostam de se habituar com ela, mas o viver todos já nascem sabendo, a família, a sociedade e a economia que são muito perspicazes de desensinar precioso conhecimento.

Olhem as crianças...

Viver todos já nsacemos sabendo.

Preciso é saber sobreviver, e ter sua liberdade respeitada.

Saber sobreviver é saber se manter com independência, não segundo alguma sunbmissão histórica, política, social, religiosa ou parental.

Viver é bastante fácil, mas políticas regionais nos impedem de sobreviver com a grandeza e a independência necessária para vivermos.

Tudo por que o mais importante é vencer as próximas eleições locais, para se empanturra mais ainda a família própria e a si mesmo de mais dineinho.

E também por que muito stêm um prazer enorme em submeter e humilhar o seu semelhante. Precisam disto para se sentirem mais homens, ou mais fortes, ou sei lá o quê...

Os desejo paz, sem justiça.

Voto sim, pelo dia do juízo.

O Filho da Vaca

O filho da vaca...
È touro de arena, para ser morto em 'compeição' bastante forjada, aode três ou quatro armados cercam o animal já cansado, e sem consciência de ser perigo ou brinquedo, fazendo-o sangra até o total enfraquecimento, para ser sacrificado coverdemente.

É boi de rodeio para ter sua genitália ferida com brasa de cigarro, de maneira que ele fique mais 'nervoso' e seu espetáculo emocione mais. Para que fale mais grosso na arena. A genitália é queimada por que é um animal muito querido, é amor materno e paterno, com muito carinho...

É boi de farra para ser azucrinado, maltratado, sentir seu osso quebrados, ser chutado, ser queimado, levar um ou dois tiros não mortíferos, ter seus olhos furados, ter seus cascos arrancados, ou suas pernas decepadas. Para manter uma tradicção de deleite com a crueldade de fazer perecer e sofrer lentamente até a morte não só a inocência, mas também por que sabe-se que o animal tem vontade própria,

Não é pela carne do bicho, seu couro ou seu sangue...

O sentimento de disparidade gritante de poder.

(Mas vingança de quê? Vingança? Extorção? Acobertamento? O quê?)

La guernicha (Guerra, massacre, deleite e bioética)

Remediar (DUDH)

Prevenir é melhor do que remediar.

Para começar é bem mais barato, e menos custoso também.

Mas modificar hábitos que escravisam, e renunciar a um suposto direito sobre a liberdade dos outros, isso é muito difícil.

Então prefere-se remediar.

Se a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) fosse mais considerada e mais respeitada na sua íntegra.

Também senão fosse vista como algo de 'pessoas deterioradas pelo crime, pela saúde, pela deseducação e pela miséria', e passassem a ser obeservadas como um ótimo construtor de cidadania e qualidade de vida para todos.

Então certamente muito menos dinheiro seria gasto com remédios, com ajuda, com prisões, com armas, e com hospitais, e saúde...

Basta fazer aí uns pequenos cálculos de grandezas astronômicas... as pesquisa que confirmam isso até já existem...

Prevenir pode ser menos lucrativo para uns, mas será mais lucrativo para outros, pois os recursos irão para áreas mais qualitativas do mercado.

Pode ser ruim também para quem aprecia manipular informações em benefício próprio, informações das mais variadas, inclusive sobre seus produtos e seus serviços.

Bad bad too bad marketing is that.

Greve de Fome

Eu sugiro que se troce a greve-de-fome pela revitalização do Rio São Francisco por uma greve-de-sede.

Isto é que está em questão, pois as obras no Rio São Francisco são apenmas para levar água, e não é nem água de saneamento, mas água de beber, agua de matar a sede.

Então, em vez de lutar tão tardiamente pela revitalização do rio, poder-se-á entender o que alguns nordestinos estão vivendo hoje.

Indústria da seca é um caso sério...e tem paralelos na indústria da miséria das cidades.

Espero ver o governo federal iniciar as obras para que o Monsenhor Cappio comece a discutir não com a televisão e o público, mas com a igreja o seu ato extremo.

Os atos extremos devem ser discutidos e julgados sim, mas não de uma maneira obscurantista, ocultando alguns fatos, deformando outros, com presunção de culpa, e premeditação de fomento contestual no abuso de um poder partidário com interesses regionais, na preservação da seca, da fome e principalmente, na facilidade de, explorando a miséria, conseguir o voto das populações carentes. Não é lhes dando independ^ência, mas é escravizando-os pela sedo epelo agreste.

Não sei si o sinhôzinho está me entendendo que não é do monsenhor, nem da gestão federal que estou falando.

Sou liberal de verdade, não de fachada liberal...

Liberdade de expressão

Acontece quando uma sociedade é imatura:

Observa-se atentamente a ocasião de alguém efetuar um gesto, por menor que seja, de liberdade pessoal, para que uma galera de insensatos se sintam autorizados a se tntregarem a mais desordenada libertinagem... por que agora terão em quem por a culpa.

Sou a favor de quaisqueres manisfestações de ideário, de opinião, de expressão de pensamento, não só da boca-para-fora, não apenas de fachada.

Até em relação aos mais fasci ou rebelados, mas não abusem.

Desde que não seja utilizado o anonimato e que se saiba quem é, e quem está se expressando.

Para assim podermos dialogar, discutir, ou debater, dessa maneita consigamos construir um entendoment mútuo, por que o consenso só é um dever dos governantes eleitos, instituídos e com o seu poder na transparência.

Por isso não é necessário que se concorde sempre, mas não pense em censura de expressão seja qual ela for. Censura só de atitutdes com julgamentos imparciais, instituídos, transparentes e com desinteresse político, social ou econômico.

Por isso não gosto nem de revolucções, nem de supostos líderes, sem de ser assim chamado...

mais pior é aceitar um tirano como se fosse um líder...

As Garotas da TV

Que há de interessante em quem não tem feromônios no ar?

Só ondas mecânicas insossas, pixels, pontos, e raios catóditos?

Eu acho é riso!

Mas alguns sorrisos são bonitos.

As garotas de um sabonete de outrora de um poeta inesquecível...

Mas não vamos dar muita bandeira que a nike identificou o melhor paradgma de beleza em estratégia recente..

Abrir Mão é Direito?

Além de todo o tipo de juízo informal, secreto, oculto e desigual que ocorre na sociedade brasileira...

Alem de toda a execração pública, a covardia, a presunção de culpa, e a prasunção de arbitragem, além de tudo isso...

Quando todos podem escolher nas urnas algo, aí aparece alguns para dizer que são uns tais aí de 'eles' que querem solapar direitos... mistificação.

Se haverá votação, então deve ser ao final respeitada a vontade da população no resultado do pleito, ou tem uma galera aí que irá constestá-lo?

Quem está escolhendo é a população, e ao que parece foi aprovado o pleito pelo legislativo.

Abrir mão de fazer justiça pelas próprias mão é justamente o que falta na sociedade brasileira, pois justamnente pela falta de formalização do pré-julgamentos que comete que são criadas as desigualdades, e que se acobertam-se os mais diversos crimes.

Um assassinato é e sempre será a prioridade de uma investigação, faz sentido então o porquê de alguém se matar, ser morto ou acidentado, para que os crimas de fisco e de improbidade continuem impunes, pois os recursos de polícia e de justiça intitucionais são limitados, e diminuindo os assassinatos a realidade mesma ressurgirá à superfície.

A lógica não é quanto MAIS mortes, mais justiça, mas sim quanto MENOS mortes, mais justiça.

Arbitrariedade

Quase inteligente inferir nessa palavra um tom de mistificação. Quase estratégico.

Arbitrário não é apenas um ato equicocado aplicado por um juiz de futebol. Os juízes de futebol são árbitros, mas nem todos os árbitros são juízes de futebol.

O termo arbitrariedade significa que alguma característica de juízo é utilizada, mas por que um julgamento deve ser transparente, com mediação, com representação, juiz e jurados, o julgamento isolado e/ou oculto e/ou não-declarado e/ou sem-defesa e/ou informalizado e/ou secreto, passam a ser pura arbitrariedade, ou uma característica parcial de um juízo tomando-se indevidamente neste caso a parte pelo todo.

Arbitrário é uma maneira de enunciar que houve ato de pre-juízo acometido por alguém ou por um grupo que se arrogou ou se equivocou na atribuição de uma julgamento, de um juízo, de uma sentença, de uma condenação, seja ele juíz ou não, árbrito de futebol ou não, mídia ou agrupamentos sociais ou não, atropelando as instituições e os processos ou não, homens de bem com suas justiças pelas próprias mão ou não.

No Antigo Regime (*1964 - t1985) essa palavra era utilizada para caracterizar a maneira como os gestores daquele regime faziam manutenção de seu governo. Voltou a moda com a obsertvação das atitudes de oposição que alguns integrantes do congresso e da imprensa apreciaram praticar recentemente, explorando o sentimento de descontentamento e de revolta de algumas parcelas da população brasileira.

Arbritariedade também pode ser utilizada para agregar uma desualificação em alguém que precise julgar, mesmo que este alguém detenha um poder muito menor daquele que o está classificando como arbitrário. Desta maneira serve para evitar uma formalização eficaz de caso, e se safar do ônus, do juízo e da culpa.

É, quando não se tem alguma catástrofe natural, quando as coisas começam a melhorar sempre aparece alguém para criar desordem por pura inveja.

A Vaca

Era uma pessoa que amava os seus, mas com um costume antigo que ainda e infelismente são tomados por eficazes.

O costume escravocrata de escolher pelos outro seus destinos, mesmo que já possível fosse o entendimento da caminhada.

Por outra lado o Leviano seduzia e era mais gostoso viver negligentemente e jogar o ônus aos seus sem que cada qual assumisse a sua parte com justeza.

Autoridade não é autoritarismo.

Uma vaca é um animal sagrado por que alimenta enquanto é alimentado. A vaca recebe e oferece ao mesmo tempo desinteressadamente.

As vezes até quando deixa de ser alimentada. E pode trazer vida para alguns.

Ela não tem agressividade nem raiva nem peso nem desamor nem vingança, ela apenas é o alimento que oferece.

A vaca não ataca, não revida o pouco, não humilha.

Pelo sustento desinteressado, tem de volta aquilo que ofereceu.

Maravilhosa Criatura!

Fator Psicológico

Fator psicológico, mapeamento social e satanização, violência física e psicológica, difamação, boicote mercadológico, exploração informal e ocultada d autoria, embargo social, embargo orgânico, desetruturação de família alheia, deterioração de laços alheios, simulação e suposição de insanidade e falta de juízo, humilhação, impiedade propositada, et coetera....

O que se pode não ter vivido, mas que pode ser entendido.

O que se sofre, também se aprende a praticar.

Eu quero estruturar uma obra intelectual apenas.

E tentar também estruturar uma obra social.

Apenas.

Não é nada...

Palhaço

Uma vez eu me dirigi ao agressor como "Palhaço!".

Ele se irritou.

"Olha, você deveria era gostar, por que se algo de palhaço você tivesse, isso iria lhe fazer mais agradável, para si mesmo e para os outros - gostar da gente é tão bom!"

Infelizmente na ocasião ele não entendeu, el ficou mais enraivecido ainda.

Acontece que eu não imaginava que a repressão estivess tão atuante e informalizada em nossos dias...

Me perdoe por isto... se quiser.

Revolucionário, eu?

Não, só anseio para que sejam realizadas as ações que já estão na lei.

Caso modificadas, que sejam de maneira pública e transparente como o Referendo de Outubro.

Não anseio para que as leis sejam usadas astuciosamentes pelos seus doutores, mas para que tenham valor coletivo, e não individual.

Revoluções de Estado negam as suas oposições, sem buscar imparcial e institucionalmente um consenso real e não apenas aparente.

As leis não limitam aqueles que desejam ver quem é realmente mais capaz, apenas fortalecem estes.

E toda a astúcia e esperteza vã eu também anseio seu fim.

O respeito às leis, também precedem o respeito aos direitos dos outros, os direitos de todos, não apenas os meus, ou os seus.

Podemos assim desafogar a Justiça, entendendo que devo eu lhe respeitar os limites como você a mim, e aos meus limites.

O respeito às leis fazem o crescimento do ser social e da coletividade.

O desrespeito astucioso apenas deteriora o bem-comum.

Imobilizando o social e resultando desigualdades.

Pelo fim das desigualdadesl, também é ver o menor, o mais fraco, o mais simples, com a mesma atitude que ao mais forte, ao mais rico, o amis sobrebo.

Não sou revolucionário. Desejo apenas a realização daquilo que está escrito, e me esforço por isso.

Escrito aonde não se pode apagar quase sem rastro.

O Inesperado

Os acomodados se incomodam com o inesperado tão confortável.

Talvez se incomodem também com o inesperado da diferenças reais entras as pessoas, assim lutam tanto para se assemelharem mais, e lutam mais ainda para execrarem os que não conseguem se encaixar em padrões.

Nesse caso aonde está a competência da instituição da Imprensa... vou ver no meu bolso se está, mas acho que não...

I lovo o inesperado. Pois amo o susto e a mudança de rotina, e a inteligência de se refazer, e a vontade de se reconstruir, e a experiência de realização, e a transmissão de exériência...

Os ladrões também são inesperados, como a morte, mas nem tudo é negativo no mundo.

Podem ocorrer coisas ruins, mas também podem acontecer coisas boas, apenas me deixe rumar em direção à elas, se coragem tu não tens para ir por si mesmo!

Mesmo por que nada há de novo sob o sol, que venha o inesperado!

Seja bem-vindo!

Competitividade

Competir é comparar, não os umbigos ou os egos, mas comparar as obras.

Talento é um dos termos mais arbitrário que pousam na 'objetividade' do mercado.

Quem é criador, quem é pessoa e quem é criatura, cara-pálida?

Palavra vazia que não leva a nada, só à inflação, não primeiramente financeira, mas dos egos. Prefiro lutar pela Virtude, que me entragar a esse tal de Talento.

É preferível o diálogo e a sinestesia sobre a contribuição dos feitos de muitos homens e mulheres para a História material ou imaterial da humanidade.

Conhecimento cultural, saber histórico, estudo e desenvolvimento da técnica (tecnologia), entendimento mútuo, estudo e fazer também trazem conforto, além das fronteiras do consumo vão.

Competir é para o progresso do Todo não para a sua ruína, em detrimento do egoísmo cínico oculto arraigado desse ou daquele grupo de semelhantes.

Competir assim é tornar inaceitáveis a deslealdade, a covardia, a execração, a mentira, e por aí se vai às trevas...

Inaceitáveis para o reconhecimento de uma vitória!

A Família

É a Família uma das mais importantes instituições da Sociedade.

Mas ao que parece que não é a instituição família que está muitas vezes em jogo...

Pois se assim fosse seria inaceitável que a destruição da família alheia fosse uma prática válida de competição por mercado.

Para se prevalecer socialmente, se sabota culturamente algumas famílias que não desconfiaram de alguns sorrisos fáceis e quase desinteressados.

Valores todos temos, e muitos são os jeitos de colocá-los em prática. Não imponha valores, depois de destrui-los nos outros.

Respeitar as diferenças também é respeitar a família.

Pois amar também é perceber e deixar que o outro aprenda a viver da sua maneira.

"Rescue me"?

Tudo bem é bonitin...

Mas cerêja bem:
"Nem quero que mulher me venha dar a mão" (Paulo Vanzolini)
A recíproca também é verdadeira: "Nem quero que homem me venha dar a mão".

Desapego não é indiferença.

Mas aceitar o sofrimento da partida de uma pessoa, nem transformar isso em um motivo de mais perda, destruição e luto.

Bem como o machismo faz par-perfeito com o feminismo.

Gosto de quem pode viver tanto comigo como sem mim.

E assim serão também nossas crianças um dia.

Fútil

Digo sim.

Por que sem uma arma nós podems pensar duas ou mais vezes nates de cometer alguma violência.

Não existem santos. Nenhum aqui no Planeta Terra. Nem girando no espaço.

Antes da violência assassina ou suicída pode se considerar uma outra saída, pois sempre haverá. Mesmo dolorosa.

Fútil é no primeiro arroubo de fúria ceder aos apelos do ódio sem medir conseqüências.

Fútil é fazer avaliações inexperientes da natureza de um determinado perigo, se ferir e/ou ferir inocentes, e até ver ceifadas vidas.

Fútil é o sentimento de poder assentado na força das armas e não na força das Razões e da inteligência. Na arrogância de ter poderes sobre a vida.

Fútil é não aceitar o óbvio histórico: "Violência apenas causa mais violência".

Tal fim este.

'Bandido' e 'Gente-de-Bem'

Até onde se sabe, bandido é o prbre favelado ou da periferia, enquanto o boyzinho de colarinho branco até espanta a sua deterioração de conduta!

Ninguém se espante, nem tudo está na superfície.

Crime e desvio de conduta nunca estiveram correlacionados com a fome, a miséria, e nem a riquesa de alguém.

Acomete crimes que o busca, quem o romantiza, quem o ama, e sente deleite nele.

Quem quer que seja merece punição.

Seja rico ou seja pobre.

Baianidade I

Uma característica me é familiar desde a infância sobre esse termo meio obscuro que dizem por a^: baianidade.

Mas pode-se dizer que é Cultura mesma, sem propaganda ideológica.

A franquesa.

Ou como dizia voinha: "Machucou-se, ou você preferiria que eu mentisse? A verdade mesmo que doa é melhor que a mentira."

Não minta para mim, quando a fraqueza está em você!

Eu amo a verdade, não a mentira. A verdade qualquer quye ela seja.

Mesmo que fosse menino, não seria abestalhado.

Beijo-na-boca

Isso é bom!

Muito mesmo.

Ah se não fosse minha maldição, que não é a do pecado original...

O pecado original é o arbítrio roubado do Eden, então alguns de nós vivemos a tentar devolvê-lo de verdade para Ele, não para pretensos fiadores...

De sapo, para lagarto, para calango, para crocodilo, e para pterodáquitilo... não há mais saída.

Não tem mais volta.

Inté!

(mas o arbítrio eu luto para devolvê-lo ao Criador!)

Guerra de 4a. Geração.

Chaves, Venezuela o. semestre de 2005.

1. Satanizar o presidente em seu próprio país e no mundo inteiro antecipadamente. Utilizando o contato da impresa para deformar em vez de informar os públicos internos e externos.

2. Provocar ruído de imagem na TV quando o presidente Chaves requerir tempo para se pronunciar em sua própria defesa.

3. Usar transmissão de satélite como substituição quando a justiça determinar que a transmissão da TV saia do ar.

4. Prender o presidente e divulgar que ele renunciou e prendê-lo para que não se possa se defender.

a. Geralmente todo o Golpista é corrúpto, inclusive quem não convoca eleções, por que o fato da democracia o surgimento da verdade sempre.

b. Se todos o ricos fossem 'maus' Chaves ainda estaria preso, pois não 'vazaria' o fato de sua prisão.

c. Os E.U.A não é um monolito aonde todos os cidadãos pensam da mesma forma, talvez seja o caso de descobrir lá quem é mais apropriado para as relações internacionais da Venezuela. Nenhum país é um monolito, embora sonhem com isso os autoritários.

d. O Katrina talvez tenha alterado os rumos da História da Geopolítica.

O Comentário:
"Democracia em excesso". Ninguém afirmou que isso seria bom. Democracia é como a justiça, nem o excesso nem a falta trazem benefícios. Mas a falta de democracia esteve na atitude da mídia daquele país, e o excesso na população que se revoltou para fazer valer seu voto.

Moral da história: Não há democracia sem instituições sólidas, e em funcionamento. A mídia também é uma instituição que deve agir dentro da ética e da imparcialidade, para haver democracia.

Obs.: "Não acessei o discurso do presidente por inteiro.

A Loucura é mais Barato

Melhor logo estereotipar de louco, eu e outros tantos, por que refutá-los é mais difícil.

Refutar carece de esforço intelectual, que é poder raciocinar a questão conscientemente e argumentativamente, sem fugas banais ou a transgressão do ônus. Acusando o oponente exatamente daquilo que o acusador se sente culpano naquele momento. Projeção da culpa.

Para refutar é preciso também conhecimento de mundo, é preciso que se conheça o que está sendo discutido, mas nos nossos dias de consumo fácil se tornou muito melhor esperar quem melhor nos dê a defesa, para lhe adquirir um produto. Escolher produtos também é escolher a vida que queremos. Os melhores produtos fazem publicidade ética.

Para refutar costuma-se dizer que não se tem tempo, que os loucos são vadios e por isso podem ficar a pensar essas coisas inúteis. Mas o que realmente é discutido em tantas reuniões de empresas, de empresários, telefonemas e celulares, e manuais, e bibliografia. Sem parar para duvidar se essas são mesmo as questões mais produtivas, ou se é ilusório também tudo isso.

A inutilidade é relativa por que aquilo que faz a diferença entre fragrâncias não é apenas o preço, e de fato ninguém pode dizer exatamente o porquê dessa fragrância ter maior valor embutido, pois então é a inutilidade que faz mais cara uma grife que outra. É o inútil que lhe dá o destaque!

Portanto, é mais prático estereotipar logo como louco. Pois desta maneira não é preciso gastar para consertar o erro cometido. Não se perde um status social sem base e não duradouro. Assim não se expõe, e não se torna patente que está com a Razão de fato. Desqualificando o adversário, antes da partida para que não se dispute com ele. Assim é mais fácil, mas não é competitivo mesmo.
Perder uma argumentação com um louco deve ser desesperador, por isso nada como fazer girar a roda da dessimultaneidade para vencer pelo direito da força, não pela força do direito.

Assim é mais barato para vencer. Assim sem se expor.

Assim tamém é uma das maneiras de se forjarem ferramentas políticas sem mérito ou mesmo respaldo legal.

JSN

Namora-se quando se quer, ou quando se tem algo de bom para compartilhar.

È claro, quando se sente atraído também.

Quando não se quer não se quer. Às vezes é melhor mentir sozinho, ao invés de usar outras pessoas para aparentar sociabilidade.

Então podemos até ser únicos e completos, mesmo sozinhos, por que esperamos aceitação real, não submissão à esta ou aquela mentira.

Melhor só, que mal-acompanhado, pois mentindo não podemos ser boa-companhia, ao menos a nem todos mentir pode agradar.

Eu minto por ignorância, não por cálculo.

Se não se quer a pessoa, o que se quer é provar algo para os outros.

É melhor a indiferença reservada só a si mesmo e sem fingimentos, do que apenas para parecer engajado no vida.

Pessoas não são objetos. Não é preciso que se erre para que se aprenda. E o tentar, é tentar para conseguir coisa boe, definitiva, longânima e verdadeira.

Aprender a disciplinar o instinto é saudável e útil. "Eu queria estar inteiro para lhe mostrar com atitudes, mas vou me reconstruir ou a morte é melhor".

Vontade dá e passa, sem essa de dá ou desce, sem essa de chantagem social, de 'chame, ame e difame'. Bye bye.

Sem essa de jogos para valorizar o par, a gente se valoriza com a retidão de caráter isso sim!

E retidão é cair também, mas é levantar, aprender e nunca mais repetir a falta, o erro, o equívoco.

Por isso é tentar, mas não é marra não, é tentar, conseguir e não retroceder jamais (the rugby sport).

Disciplinar os instintos, é discilinar a vontade, que nada mais é saber o que voinha já dizia que vontade dá e passa.

Deixemos que a vontade acabe para que façamos por escolha, e não para que venha outra vontade e nos leve embora....

O mito subsite por que imagine essa disciplina em um shopping, para que não gastemos com o que ainda não precisamos, ou talvez nunca precisaríamos.

Ou mesmo para orientarmos a nossa vontade para que possamos ter aquilo que dá mais sustância!

Melhor que seja por escolha própria, e depois de passar a vontade, para não sermos escravos de desejos efêmeros, fúteis ou fáceis.

Depois de passar a vontade é que podemos saber se o desejo é realmente verdadeiro, ou não!

Quem é indiferente não sofre, só ou em grupo, ou em companhia de muitas pessoas. Quem é indiferente pode sorrir sempre como se estivesse sempre em frente à uma câmera, sempre alegre, sempre leve, sempre amigável.

Aí está o perigo, pois é o coração que deve se alegrar.

Eu também sei...

eu sei o que não quero!

não me importo se sou, ou não sou!

me motiva nada ser, pois se tudo fosse, para quê lutar?


me motiva lutar para ser, lutar para criar o que ainda não criei
(apesar dos 35...)
e se nada sou, posso construir o que quiser...

silogismos.... hein?
ainda dou glória ao Altíssimo pois só Ele é capaz de se arvorar assim!

pouco me importa também a hierarquia da sociedade, que não encontra eco nasua própria constituição! é como um ser que não se conhece! nem a si, nem asua história!

ao que parece quando assistimos, ouvimos ou lemos pelas ondas, telas, vídeose papéis!
eu acho que ninguém é de ninguém, nem tampouco ninguém é melhor que ninguém.

é uma pena que interpretar seja tão ofensivo... é uma pena que assim nãofazemos diálogo... é uma pena que a arrogancia cega, como o ódio e ainveja... o medo, a indegurança...

se só os especialistas, ou aqueles que têm status de conhecimento, pelosucesso, pela autoridade, pelo reconhecimento, pela economia, então poucospodem se manisfestar a respeito de qualquer que seja o assunto! ás vezes nãose pode nem se manifestar quando o assunto é sua própria pessoa! existem atéespecialistas sobre os outros!
mais ou menos como a igreja da Idade Média!

Implicitamente!
autoridades para gerir o conhecimento, sem dividí-lo, ampliá-lo, divulgá-lo!o conhecimento a serviço apenas da economia é abominavel! ai daquele quesobrevive da venda da sabedoria!

se eu só posso falar daquilo que me deu algum título, seja este político,acadêmico, religioso, de registro, etc... então nada haverá de diálogo...
e sem diálogo, mais miséria, mais desigualdade, mais violência...

qualquer um pode falar do que quiser, isso é a web, isso devia ser a vidatambém, e o trabalho, por que temem-se as palavras?

aonde estaria eu ferindo as leis?

ninguém, seja quem for, é dono da verdade aqui no mundo!

se a autoridade, se o especialista, o estudado, o registrado, o autorizado,temem perder seu status no diálogo, então não merecem o seu grau conferidode conhecedores...
não aprecio a crítica vazia, nem monólogos simultâneos... e outrasdeformidades do intelecto, pois isto sim pode prejudicar a vida!
mas a carência de conhecimento assumida, é ainda melhor que a arrogância quese esconde atrás da economia, ou da política, ou do capital....
beijos...

só sei que nada sei (saibo eu?)

duvido, logo vivo (cogito ergo sum)
Descartes e Sócrates têm ótimos fundamentos!

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