sexta-feira, 29 de maio de 2015

Lírio dos seus Olhos (Dragostea Din Tei).

Versão de "Dragostea Din Tei" de Dan Bălan

Maia Kin (1 dia)
Maia Tun (1 ano)
Maia Alauton (1 ano platônico - 23.040.000.000 dias)
Maia Yax Yax (duas eras no calendário maia)

Maia Kin
Maia Tun
Maia Alauton
Maia Yax Yax

Eê! Você! Prazer, sou conde!
Por favor, oh maninha receba alegria!
Olá! O-Olá! É você Picasso?
Um sinal em sintonia sem querer quase nada.

Eê! Você! Prazer, sou conde!
Por favor, oh mainha receba alegria!
Olá! O-Olá! É você Picasso?
Um sinal em sintonia sem querer quase nada.

Vai embora, não me, não me leva,
não me, não me leva,
não me, não me, não me leva,
eu sozinho bailando na relva sem o ópio dos seus olhos!

Kadê! Você! Eu sinto um frio!
É o amor que resfriou distante alegria.
Olá! O-Olá! É você meu amor?
Um sinal em sintonia sem querer quase nada.

Vai embora, não me, não me leva,
não me, não me leva,
não me, não me, não me leva,
eu sozinho bailando na relva sem o lírio dos seus olhos!

Vai embora, não me, não me leva,
não me, não me leva,
não me, não me, não me leva,
eu sozinho bailando na relva sem o ódio dos seus olhos!

Vai embora, não me, não me leva,
não me, não me leva,
não me, não me, não me leva,
eu sozinho bailando na relva sem o brilho dos seus olhos!

Am F C G

Aleluia (Hallelujah).

Versão para o português canção de
"Hallelujah" (Leonard Cohen).

Em segredo soa aos ouvidos meus
Davi arpejar agradando a Deus
E você crê em música, não crê?
E vai assim, o quarto, o quinto
O menor caindo, o maior subindo
Um frustrado rei compondo aleluia!

|aleluia, aleluia
|aleluia, aleluia

Sua fé forte será provada
Então a viu nua do telhado
Tão bela à luz da lua o traiu
Humilhado amarrou-o numa cadeira
Deixou-o ali sem eira nem beira
E dos seus lábios tirou o aleluia!

(|)

Não diz "usou meu nome em vão"
Pois nem eu sei seu nome, irmão
Mas, se eu fiz, é o quê pra você?
Há uma faísca em cada vogal
E não me importa se levou a mal
O santo e esfarrapado aleluia!

(|)

Talvez age um deus maior
Mas o que aprendi do amor
Foi atirar em quem me ferrou
Não é um choro em frente à cruz
Nem como se entregar à luz
É frio despedaçado aleluia!

(|)

Não disse "eu já estive aqui"
Pela Terra em volta dela
Eu fora muito só sem sabê-la
Mas vi bandeira em sua glória
E seu amor marchar vitória
Cruel e massacrado aleluia!

(|)

Um tempo em que pude saber
O que trazia no seu ser
Agora não mo mostra mais, não é?
Eu lembro quando entrei em si
E o Santo Espírito também aqui
E a cada sopro um brilho de aleluia!

(|)

O que pude não foi o bastante
Eu nem sentia naquele instante
É verdade, eu não quis lhe enganar
E mesmo assim caído no chão
E bem defronte ao deus da canção
Nada pra cantar, só aleluia!

G Em
G Em
C Am G
G C D
Em C D
D   Em

|C Em C G-D-G

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Minha Estrela Twilight (Зоре моя вечірняя).

versão para o português de "Зоре моя вечірняя"
tom: G

ff

Minha estrela luz e sombra
Penumbra na montanha
Por favor, fale baixo
Nesta prisão estranha

Vem, estrela, vem me conta
Vem falar do céu poente
Como pode o rio grande
Ceder água a toda gente

ff

Por toda a larga serra
Eu queria estar lá
A raíz presa à terra
Numa certeza lilás

Cordilheira maciça
Sol, solo, raíz e ramos
Somos um salgueiro forte
Sobre a água nos curvamos

água que tanto faltava
Saciou nossa esperança
Como o balanço dos sonhos
De não batizada criança

ff

Perto do campo santo
Sou lobisomem dormindo
Corujinha que me vela
Das aflições que sinto

Sono meu, grama no vale
e quando a noite floresce
Como um rio vai para o mar
Vem o amanhecer me aquece

ff

Sim, eu sei, estrela minha
Só você é minha amiga
Ilumina a tirania
Por qual passa a Ucrânia

Tempo feio, noite em trevas
Nunca mais Bino dormiu
Por você ainda espera
Talvez, milagre de Deus!

ff

2v. Bm F#m Em F#m Em F#m Bm
ff. Bm Em F#m/ Em F#m Bm

Etiqueta (Price Tag).

versão para o português de "Price Tag"
de Jesse J. feat. B.o.B.
Tom: F

Ok
Cabeça-dura,
Baixo-astral,
E antas,
Preparados?

Parece todos têm seu preço
Eu tento e não adormeço
Quando a venda vem primeiro
E a verdade no bueiro
Me inclua fora dessa

Por que tudo tão sério?
Exibindo esse mistério
Estão vendo o que falta
E vai perdendo a graça
Estão sem tempo

|Os mesmos olham à esquerda
|Os outros olham à direita
|E não terá perda
|Pagamento é amor demais

||Não é sobre grana grana grana
||Não queremos sua grana grana grana
||Queremos um mundo porreta
||Sem preço na etiqueta
||Não é sobre presentes presentes
||Não é sobre carentes carentes
||Queremos um mundo porreta
||Sem preço na etiqueta

Precisamos parar um tempo
Juntos num só movimento
Quando era quase nada
E ninguém desconfiava
Dessa roubada por que

Toda essa insanidade?
Não nos traz felicidade
Aproveitando o destino
Sem garantias no caminho
Lá na frente (|) (||)

yeah yeah (rap)
Então pegue a etiqueta
E tome sua grana
Me dê alguma carga
Junto com seis cordas
Tem o carrão...
...ao lado do salão
E tudo que preciso...
...são cifras pro meu violão
Eu acho que em instantes...
...estarei em Marte
Atravessando essa estrela...
...aterrissando em qualquer parte
Assim a humanidade...
...e o preço da vida
Fazemos por amor...
...buscamos a saída
TODO TEMPO
Então segue-se em frente (p)
Sem cair nunca (não)
Temos algo em mente (p)
Sem sinal de derrota (u-hu)
Mudamos a rota (p)
Seguimos de pé (p)
cantamos até (||)

F Am7 Dm7 Bb

terça-feira, 5 de maio de 2015

Cada Civilização com a Expressão que Merece.

A civilização grega em sua tragédia clássica oferecia em sacrifício um bode vivo a Dionísio. Não me chamem de parnasiano, mas, em nossos dias, a civilização do melodrama oferece em sacrifício vivo seres humanos ao deus do consumo, deidade da chantagem e do moralismo. Ocorrendo em escolas, em favelas, em clubes, em hospitais, em prisões, em condomínios, em vilas, em todos modos urbanos, sem exceção, com exceções. Um dia explicarei a primeira lei da reversibilidade de Baudrillard, como expliquei pro oráculo hoje. Pois eu prefiro estar morto quando todos acordarem para esse holocausto cotidiano e renitente, com seus séculos de sangria para o deleite de infatilóides da dominação. Tudo deve ruir mesmo.

Alegoria.


Vi nesta charge uma alegoria da atual guerra contra o preconceito.

...

"No dia em que comer cocô for reciclar alimento, você poderá dizer que faz tudo sozinho." (Garoto dos Esgotos)

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Oh Céus!

o mundo é injusto, a vida é injusta, todo mundo adoecendo, humilhado e mal-pago, mas ninguém faz nada... (ironia)

Comunicação Oficial.

Toda a ditadura militar, a sociedade organizada, e a mídia junto, lutaram para implantar uma única ideia na consciência das pessoas: "Ninguém dá a mínima."

Bastou isto!

Sociopatia Disciplinada.

Sou sociopata mesmo, e daí? Mas me isolar não por isso, mas por reserva de mercado, é o cúmulo da idiotice... Pois o que estão ensinando aos jovens?

Eu sei me expressar pela arte, mas é por que só filho de pai rico, ou bajuladores podem ser artistas hoje? bem, eu torço para que algo além da compreensão de todos nós me conduza a uma morte não tão infame quanto a que vejo em minha frente.

Vice.

Eu também não esperava tanto, estou triste mas satisfeito. Na próxima, divida o gol em dois quadrantes iguais e mirem no centro de cada quadrante, pois assim é matematicamente indefensável e probabilisticamente otimizadas as chances de gol. Não basta manter a calma, se tiver com medo, faz com medo mesmo.

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